A direção estadual do PT no Tocantins iniciou conversas internas sobre a possibilidade de montar uma chapa coletiva para a disputa da Câmara Federal em 2026. A articulação, ainda em fase preliminar, envolve a sondagem de figuras históricas do partido no estado, dentro do debate sobre a composição da chapa proporcional.

Nesse contexto, o militante histórico Freitas do PT confirmou que foi consultado pela direção do partido sobre a possibilidade de coordenar ou integrar uma candidatura coletiva. Segundo ele, a sondagem partiu do presidente estadual do PT, Nile, e citava nomes como Donizeti, Santana, a professora Rosimar Mendes e outros nomes, entre eles lideranças do Bico do Papagaio.

Freitas afirmou que a proposta não avançou para além da consulta inicial e que, neste momento, não integra seu horizonte político assumir esse projeto. Ele destacou que sua atuação sempre esteve vinculada às decisões coletivas do partido e à estratégia definida internamente.

Na conversa, Freitas relembrou sua trajetória no PT, com mais de 40 anos de filiação, atuação na direção partidária em Palmas, candidaturas anteriores e uma breve passagem pela Câmara dos Deputados. Segundo ele, movimentos políticos ao longo de sua história ocorreram a partir de construções internas da legenda.

O militante também citou outros nomes que aparecem nas discussões internas do PT para a disputa federal, entre eles Donizeti, Salomão, Thamires (Coletivo Somos), Vilela, Célio Moura e Fabiano Kenji, o que indica um leque amplo de alternativas avaliadas pelo partido.

Apesar de afastar, neste momento, a hipótese de integrar a chapa coletiva federal, Freitas afirmou que estará no processo eleitoral de 2026, sem definição de cargo, condicionando qualquer decisão às deliberações internas do PT.

As tratativas sobre a candidatura coletiva seguem restritas aos bastidores do partido, sem definição formal até agora.