Neste domingo, 25, completa um mês da fuga de dois detentos considerados de alta periculosidade da Unidade de Tratamento Penal de Cariri do Tocantins, no sul do estado. O caso ocorreu no dia 25 de dezembro de 2025 e, até o momento, nenhum dos foragidos foi recapturado.

Os fugitivos são Renan Barros da Silva, conhecido como o “serial killer da rotatória”, condenado a mais de 70 anos de prisão por homicídios praticados em Araguaína, e Gildásio Silva Assunção, que cumpria pena superior a 40 anos de prisão por homicídios e outros crimes.

A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) informou que as forças de segurança seguem mobilizadas, principalmente na região sul do estado, para a localização dos dois detentos. Segundo a pasta, até o momento não houve captura.

De acordo com a SSP/TO, os dois foragidos possuem vínculo com o grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC) e cumpriam pena em regime fechado, sendo classificados como indivíduos de alta periculosidade.

A Secretaria reforça que informações que possam contribuir com a localização dos detentos podem ser repassadas pelos telefones 190 ou 197, ou pelo número (63) 3312-4110, que também funciona via WhatsApp. O sigilo da denúncia é absoluto.