Polícia Federal prende suspeito por lavagem de dinheiro e bloqueia bens avaliados em R$ 13 milhões em Palmas
29 janeiro 2026 às 16h55

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Uma investigação conduzida por forças de segurança no Tocantins resultou, nesta quarta-feira, 28, na deflagração da Operação Hydra, voltada ao desmonte do núcleo financeiro de uma organização criminosa interestadual. A apuração tem como foco crimes de lavagem de dinheiro, ocultação de bens e uso de identidades falsas, com atuação identificada no estado.
A ação foi coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (Ficco/TO), com apoio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal em Palmas (DRE/PF/TO) e da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado da Polícia Civil do Tocantins (Dracco/PC/TO).
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foi executado, em Palmas, um mandado de prisão preventiva contra um suspeito que havia sido colocado em liberdade em dezembro de 2025. A nova prisão decorre da continuidade das práticas criminosas identificadas em outro processo judicial em andamento.
Além da prisão, a Justiça Estadual Criminal de Palmas determinou medidas de sequestro e bloqueio de bens. Entre os alvos estão um imóvel de alto padrão, veículos e contas bancárias com movimentações que ultrapassam R$ 13 milhões. Também foram apreendidos documentos e objetos apontados como instrumentos de suporte financeiro às atividades da organização.
Os fatos investigados envolvem os crimes de organização criminosa, lavagem de capitais e uso de documento falso, cujas penas, somadas, podem chegar a 24 anos de reclusão.
A FICCO/TO é formada pelas Polícias Federal, Civil, Militar e Penal do Estado do Tocantins, que atuam de maneira integrada em ações de investigação, prevenção e repressão relacionadas ao enfrentamento de organizações criminosas.
