Com a intensificação dos casos de infecção aguda do sistema respiratório causada pelo vírus influenza, a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) reforça, nesta semana, o chamado para que a população procure as unidades de saúde para se vacinar. A campanha teve início em novembro de 2025 e segue até fevereiro de 2026, com aplicação gratuita do imunizante nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) dos municípios.

A vacinação contra a influenza integra as estratégias de enfrentamento às síndromes respiratórias, especialmente em períodos de maior circulação viral. A imunização contribui para reduzir a ocorrência de casos graves, internações e óbitos, além de auxiliar na diminuição da demanda pelos serviços de saúde.

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Felinto, destacou a importância da atualização da caderneta vacinal. “Procure a unidade de saúde mais próxima e atualize a sua caderneta de vacinação. A prevenção começa com um gesto simples, mas que salva vidas”.

A gerente de Imunização substituta da SES/TO, Marli Jerônimo, também abordou as ações necessárias para ampliar a cobertura vacinal. “Essa vacinação é muito importante, nós orientamos que as Secretarias Municipais de Saúde mantenham e intensifiquem as ações de vacinação, com estratégias como busca ativa, ampliação do acesso às salas de vacina e registro adequado das doses aplicadas nos sistemas de informação, garantindo que todos os grupos prioritários sejam alcançados”.

Quem pode se vacinar?

Podem procurar as Unidades de Saúde da Família (USF’s) dos municípios, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, as pessoas pertencentes aos seguintes grupos: puérperas, povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde, professores do ensino básico e superior, profissionais das Forças Armadas, da Segurança e do Salvamento, pessoas com deficiência permanente e caminhoneiros.

Também estão incluídos os trabalhadores do transporte coletivo rodoviário urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, trabalhadores dos Correios, população privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medida socioeducativa, além de pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, independentemente da idade.