Amélio afirma que não analisou impeachment para evitar instabilidade, elogia Wanderlei e fala em projeto majoritário para governar o Tocantins
13 março 2026 às 10h48

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O presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, Amélio Cayres (Republicanos), afirmou nesta quinta-feira, 12, em Gurupi, que decidiu não analisar pedidos de impeachment apresentados na Casa para evitar ampliar a instabilidade política no estado. Na mesma fala, o parlamentar elogiou a gestão do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) e mencionou a possibilidade de discutir um projeto para governar o Tocantins.
A declaração ocorreu durante sessão solene da Câmara Municipal de Gurupi, que concedeu ao deputado uma moção de aplausos. O evento reuniu vereadores, prefeitos e lideranças políticas da região sul do estado.
Ao comentar episódios recentes da política tocantinense, Cayres citou a existência de dois pedidos de impeachment protocolados na Assembleia. Segundo ele, a decisão foi não levar os processos adiante porque os fatos deveriam ser analisados na esfera judicial.
De acordo com o deputado, a medida buscou preservar a estabilidade institucional do Estado.
“Optamos por virar essa página e dar continuidade, segurança jurídica e governabilidade para o nosso estado”, afirmou.
Durante o discurso, Cayres também fez referência ao desempenho do governo estadual e afirmou que o chefe do executivo mantém índices elevados de aprovação. O deputado citou resultados em áreas como educação, saúde e desenvolvimento econômico.
“É um governador que respeita o cidadão e anda nas ruas conversando com o povo”, disse, ao comentar a atuação de Wanderlei Barbosa.
O presidente da Assembleia também mencionou a construção da nova sede do legislativo estadual. Segundo ele, o prédio foi erguido com recursos do duodécimo da Casa e a inauguração deve ocorrer em maio.
Na parte final da fala, o deputado mencionou a possibilidade de disputar um cargo majoritário e afirmou que pretende discutir propostas para o Tocantins com diferentes setores da sociedade e com lideranças municipais.
“Imaginem vocês um projeto majoritário de governo de um cidadão simples de onde eu vim. Se for propósito de Deus, eu encaro”, declarou.
