Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26 destaca Tocantins como principal produtor da região Norte
30 janeiro 2026 às 16h26

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A Fazenda Alto da Serra, localizada no município de Porto Nacional, recebeu nesta sexta-feira, 30, a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26. Com o tema Onde a soja cresce, a transformação acontece, a solenidade marcou simbolicamente o início da colheita da soja no Brasil e reuniu representantes do poder público, produtores rurais e lideranças do agronegócio.
Durante o evento, o governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa (Republicanos), destacou a produção agrícola do estado e a participação do Tocantins no cenário nacional do agronegócio. “Trata-se de um evento fundamental para a economia e para a geração de oportunidades. O estado conta com uma logística estratégica, essencial para o escoamento da produção e que precisa, cada vez mais, ser reconhecida nacionalmente. Agradeço ao setor produtivo pelo trabalho que vem sendo feito, pela geração de emprego e pela produção. O Tocantins é o estado que mais produziu soja na Região Norte na última safra e se consolida como uma nova fronteira agrícola, acolhendo produtores e empreendedores”, salientou.
O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), Fred Sodré, também participou da programação e abordou as ações governamentais voltadas ao setor produtivo. “O Governo do Tocantins tem proporcionado, aos produtores, um ambiente jurídico seguro e com infraestrutura necessária para que possam plantar e também colher o desenvolvimento. O agro representa um segmento muito forte no estado, que tem sido recorde na produção, na geração de emprego e economia nos municípios. Então, é uma missão nossa, por meio da Seagro, proporcionar esse ambiente de diálogo com as entidades e com os produtores, para que a gente possa, a cada dia, seguir fortalecendo esse setor que é tão importante para a economia do Tocantins”, pontuou.
A Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26 faz parte do projeto Soja Brasil, desenvolvido pelo Canal Rural em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja) Brasil, com apoio da Aprosoja Tocantins e do Grupo Wink. A realização local ficou a cargo da Aprosoja Tocantins, que atuou como anfitriã do evento, reunindo produtores rurais, autoridades e especialistas do agronegócio de diversas regiões do país.
O presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, destacou a relevância do Tocantins para a produção de grãos. “É importante estarmos aqui lançando simbolicamente a abertura da safra, que temos certeza que será excelente. Temos um espaço imenso no Tocantins para produzir e também preservar. O produtor quer trabalhar, produzir e gerar riqueza e renda com segurança. Aqui no estado, a economia é muito fomentada com a produção de grãos e a agropecuária. Agradeço a parceria do governador Wanderlei Barbosa e espero que possamos produzir com uma agricultura cada vez mais forte”, enfatizou.
Já a presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Barcellos, abordou a atuação conjunta entre produtores e o poder público, com foco em segurança jurídica. “Temos investido muito nessa relação de transformação onde a produção de soja está, com segurança para o produtor poder produzir no Tocantins. Nós, produtores, somos gratos pela forma com que o governo tem se movimentado para facilitar a vida do produtor, para que ele possa produzir com segurança, eficiência e sustentabilidade. Onde o agronegócio chega, a transformação precisa ser positiva, gerando desenvolvimento e garantindo que o produtor possa continuar produzindo, com a sociedade acompanhando esse processo”, finalizou.
Programação
A programação do evento começou com o painel A jornada de um biólogo no agro, apresentado pelo economista e biólogo Richard Rasmussen, que tratou da relação entre ciência, sustentabilidade e produção agrícola. Em seguida, foram apresentados casos de sucesso alinhados ao tema Onde a soja cresce, a transformação acontece, com relatos de experiências de desenvolvimento social e econômico impulsionadas pela cultura da soja em diferentes regiões do país.
Também integrou a agenda um boletim climático, com análises e previsões voltadas às principais áreas produtoras, além de um segundo painel que debateu a soja como instrumento de desenvolvimento regional.
