Um levantamento de opinião pública realizado pelo instituto Lucro Ativo indica que 73% dos tocantinenses aprovam a gestão do governador Wanderlei Barbosa. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) sob o nº 02251/2026 e teve abrangência estadual.

De acordo com os dados, 71,06% dos entrevistados afirmaram confiar no governo Wanderlei Barbosa. Já a avaliação da atuação pessoal do governador mostra que 44,56% classificaram como “ótima” e 19,44% como “boa”, totalizando mais de 63% de avaliações positivas.

O levantamento foi realizado entre os dias 23 e 27 de janeiro de 2026, com 1.600 entrevistas presenciais em áreas urbanas e rurais, contemplando todas as regiões do Tocantins.

Presidente do Republicanos do Tocantins, Wanderlei Barbosa comentou os resultados da pesquisa. “Esse reconhecimento é fruto de muito trabalho, de um governo que escuta as pessoas, investe nos municípios e atua com responsabilidade. Nosso compromisso é seguir cuidando do Tocantins, com ações concretas que melhorem a vida da população”, declarou.

Possível disputa ao Senado

Embora a administração estadual apresente alto índice de aprovação, o desempenho do governador nos cenários eleitorais se mostra mais moderado. Na pesquisa espontânea para o Senado, Wanderlei Barbosa aparece na liderança, com 22% das intenções de voto, seguido por Eduardo Gomes, com 20,31%, e Carlos Gaguim, que soma 17,44%.

Já nas simulações estimuladas, o quadro sofre alterações. Em um dos cenários, Eduardo Gomes atinge 37,13%, enquanto Carlos Gaguim registra 28,25%. Na disputa pela segunda vaga, Gaguim passa à frente, com 33,88%, contra 30,63% de Gomes, caracterizando empate técnico dentro da margem de erro.

A leitura conjunta dos números indica uma possível redistribuição do eleitorado vinculado ao grupo governista, com Gaguim despontando como um dos principais destinos desse fluxo e se firmando entre os nomes centrais da corrida eleitoral.

Segundo o instituto Lucro Ativo, a pesquisa possui margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e seguiu metodologia quantitativa, com critérios técnicos definidos pela Justiça Eleitoral. O estudo também avaliou a percepção da população sobre a gestão estadual, a confiança no governo e cenários eleitorais.