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O caso comoveu a população local e segue sendo investigado pela polícia

Ele foi preso durante a Operação Ruptura em Filadélfia, no norte do Estado

O crime aconteceu na década de 90, em 1998

Seciju diz que confronto entre custodiados foi controlado e que segurança da unidade será reforçada com a presença do Gope

Ex-gestor estadual responderá em liberdade, mas sob medidas cautelares

A Polícia Civil do Tocantins está em busca de Jero Júnior Previato Trindade, de 41 anos, que é investigado pela autoria do assissanato cometido contra Divino França Ferreira, ocorrido em 30 de novembro de 2024, na zona rural de Aragominas. Três dias após o crime, Jero se apresentou à 2ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP - Araguaína), mas, como não havia flagrante, ele foi ouvido e liberado.
A investigação, conduzida pela 24ª Delegacia de Polícia de Aragominas em parceria com a DHPP de Araguaína, revelou que, durante as diligências, foram colhidos depoimentos, analisados laudos periciais e obtida a confissão do suspeito. No entanto, logo após sua apresentação à polícia, Jero fugiu da cidade e desde então está desaparecido. O delegado-chefe da 2ª DHPP, Breno Eduardo Campos Alves, que também comanda a 24ª Delegacia de Polícia de Aragominas, comentou que as buscas continuam e que a colaboração da população é essencial para a captura do acusado.
Segundo as investigações, Divino estava prestando serviços na fazenda de Jero Júnior, e, após a rescisão do contrato de trabalho, no dia 30 de novembro de 2024, o proprietário foi até o imóvel onde a vítima morava e pediu que ele deixasse o local. A motivação do crime, segundo a polícia, foi uma discussão relacionada à mudança de Divino da fazenda. A vítima estava desarmada e não teve chance de defesa quando Jero disparou contra ele com uma pistola semiautomática, de calibre 45.
Com o fim da apuração, o caso foi encaminhado ao Poder Judiciário, que decretou a prisão preventiva de Jero Júnior. Contudo, até o momento, ele não foi localizado. A Polícia Civil solicita a colaboração da população e destaca que qualquer informação, por mais simples que pareça, pode ser crucial para a captura do suspeito. Denúncias podem ser feitas de forma anônima através do WhatsApp da DHPP- Araguaína, no número (63) 3411-7366, ou pela Central 197.

Decisão judicial segue diretrizes do CNJ e STF sobre medidas alternativas para pais responsáveis por crianças menores

O Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO) negou, na noite deste domingo, 15, o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do ex-governador Mauro Carlesse (Agir), preso preventivamente por suspeita de planejar uma fuga internacional. A decisão do desembargador João Rigo Guimarães reforça a gravidade do caso, apontando indícios de um plano articulado para evasão do país.
A prisão ocorreu na Fazenda Joia Rara, em São Salvador, após mandado expedido pela 3ª Vara Criminal de Palmas. A investigação revelou conversas entre Carlesse e seu sobrinho, Claudinei Quaresemin, ex-secretário de Parcerias e Investimentos, que envolviam a obtenção de documentos no Uruguai e envio de recursos para o exterior.
A decisão judicial destacou que Carlesse já possuía uma carteira de identidade uruguaia, emitida em abril deste ano, e havia obtido residência permanente no Uruguai em maio. Há também registros de tratativas para aluguel de uma casa na Itália e uso de endereço italiano para formalizar documentos. O ex-secretário Quaresemin teria sugerido operações de envio de dinheiro por meio de câmbio paralelo, o que poderia configurar crimes adicionais de evasão de divisas e lavagem de dinheiro.
No pedido negado, a defesa argumentou que medidas alternativas, como apreensão de passaporte e proibição de deixar o país, seriam suficientes para afastar o risco de fuga. Contudo, o desembargador João Rigo Guimarães afirmou que “os autos demonstram sofisticada articulação para potencial evasão do país” e que tais circunstâncias representam um risco concreto à aplicação da lei penal.
Além das suspeitas atuais, Mauro Carlesse é alvo de diversas investigações, incluindo as operações Hygea e Éris. A primeira apura supostos esquemas de propina no plano de saúde dos servidores públicos do Tocantins, enquanto a segunda investiga interferências políticas na Polícia Civil durante a gestão do ex-governador.
Carlesse, que renunciou ao cargo em 2021 para evitar um processo de impeachment, também foi envolvido em escândalos recentes sobre fraudes em licitações na extinta Secretaria de Infraestrutura, Cidades e Habitação.
Em nota, a defesa de Carlesse manifestou indignação com a prisão, alegando que o ex-governador sempre esteve à disposição da Justiça e negando que haja qualquer fundamento concreto para a medida preventiva. A equipe jurídica informou que pretende apresentar um novo pedido de revogação da prisão.
O caso continua sob investigação, e Mauro Carlesse permanece detido no Comando Geral da Polícia Militar, em Palmas.
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Defesa argumenta que prisão preventiva foi prematura e sem fundamento. Ex-governador nega intenção de fugir do país

Indivíduo de 30 anos foi localizado às margens de rodovia entre Cariri e Figueirópolis, no sul do estado, após denúncias