Ataídes promete levar “verdades” aos debates e provoca adversários sobre capacidade de governar
04 agosto 2026 às 20h44

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Durante a convenção estadual do Partido Novo que oficializou sua candidatura ao Governo do Tocantins, Ataídes Oliveira afirmou que está preparado para os debates eleitorais e disse que pretende utilizar esses espaços para apresentar seu projeto de governo e fazer críticas aos adversários.
Ataídes afirmou que pretende adotar um discurso direto durante os confrontos com os demais candidatos e disse que pretende apresentar informações ao eleitorado.
“Eles vão ter que escutar a verdade. Vai doer, mas eles vão ter que escutar a verdade. Nós precisamos levar as informações reta e direta ao nosso povo.”
O candidato também afirmou que pretende explorar nos debates a trajetória dos concorrentes e questionou a capacidade de gestão de outros nomes que disputam o Governo do Tocantins.
“Estou vendo aí um garoto falando que vai resolver o problema do Tocantins. Como? Nunca gerou um emprego na vida”, disse ao se referir a Vicentinho Júnior, a quem chamou de “Mentirinha Júnior”.
Ao citar outra adversária, a professora Dorinha (União), Ataídes fez críticas relacionadas ao histórico político dela e mencionou uma condenação judicial. A fala ocorreu em meio às críticas que pretende levar para os debates.
“Tô vendo uma senhora, Maria Auxiliadora, falando que vai consertar o estado do Tocantins. Por que que ela não consertou até hoje? Ela tem competência? Quando ela foi gestora da Passa de Secretária de Educação do Marcelo Miranda, ela foi condenada em primeira, segunda e terceira distância a cinco anos e quatro meses de cadeia, de prisão. Isso é fato, não tem como fugir. Agora imagina essa senhora e esse garoto administrando 20 bilhões por ano. Isso não vai terminar mandato.”
Ao final, Ataídes reafirmou que sua candidatura é apresentada como uma alternativa formada por nomes que, segundo ele, não dependem da política como profissão.
“A minha profissão é empresário. Eu nunca fui, nunca vivi, não vivo e jamais vou viver de política. Interessante que o coronel Newton também não vive de política. A nossa vice, a subtenente Rosiléia, também não. Nós só queremos contribuir com esse Estado que eu amo de coração.”
