Eduardo Siqueira diz que Wanderlei deve ter “a última palavra” na escolha do vice de Dorinha
15 julho 2026 às 16h25

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O prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos (Podemos), afirmou nesta quarta-feira, 15, que a definição do candidato a vice na chapa da senadora Dorinha Seabra deve ser conduzida pelo governador Wanderlei Barbosa (Republicanos). A declaração foi dada ao Jornal Opção Tocantins durante coletiva de imprensa realizada após a cerimônia de assinatura dos contratos do Banco do Povo, na sede da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Empreendedorismo.
Questionado sobre o peso que terá na escolha do vice, após a senadora afirmar que ouviria o prefeito na definição do nome, Eduardo Siqueira disse que a influência dos gestores municipais está concentrada em seus próprios municípios e defendeu que a decisão seja liderada pelo governador. “Eu creio que quem quer a vitória da senadora Dorinha tem que entender que nós, prefeitos, se temos alguma influência, ela está nos nossos municípios. Sempre participarei de tudo o que favorecer a candidatura. Mas creio que o governador, por meio do Republicanos, deve ter a última palavra. Aliás, talvez a primeira e a última”, declarou.
O prefeito afirmou que a composição da chapa deve buscar um nome que conte com a participação do governador e comentou sobre a disputa pelo posto de vice. “Nós precisamos ter o que há de melhor e buscar o melhor nome, para que ele se sinta motivado e participando. Você vai encontrar muita gente que, por não ter o apoio dele, acaba falando alguma coisa. Mas pergunte a cada um deles se, em algum momento, não pretendeu ser o candidato do governador. Todos os que estão disputando gostariam de ter esse apoio. Alguns até já tiveram, depois deixaram de ter”, ressaltou.
Ao concluir, Eduardo Siqueira voltou a destacar a influência política do governador no processo eleitoral. “Mas colocar defeito naquilo que se pretende é apenas uma forma de escapar da realidade. A aprovação dele é boa. Ele é conhecido e querido neste estado. Eu não tenho o que julgar do governador, a não ser a grande capacidade que ele tem de influir nessa eleição”, finalizou.
