Vicentinho anuncia Vanderlei Luxemburgo como segundo nome ao Senado apoiado por sua chapa
27 agosto 2026 às 16h52

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O candidato ao Governo do Tocantins Vicentinho Júnior (PSDB) anunciou nesta quinta-feira, 27, apoio à candidatura de Vanderlei Luxemburgo (Podemos) ao Senado. Com a definição, o ex-técnico da Seleção Brasileira passa a ser o segundo nome apoiado pela chapa tucana para as duas vagas em disputa, ao lado do deputado federal Alexandre Guimarães (MDB).
O anúncio acrescenta um componente particular à composição eleitoral. Luxemburgo pertence ao Podemos, partido que integra a coligação da senadora Professora Dorinha Seabra (União Brasil), adversária de Vicentinho na disputa pelo Palácio Araguaia. A candidatura do ex-treinador ao Senado, no entanto, vinha sendo conduzida de forma independente dentro da aliança.
Alexandre Guimarães permanece como candidato ao Senado da coligação formada por PSDB e MDB. O deputado federal teve a candidatura homologada ao lado de Vicentinho e do candidato a vice-governador, Amélio Cayres (MDB), e até agora era o único nome ao Senado diretamente associado à chapa.
Com Luxemburgo, Vicentinho passa a apresentar duas opções ao eleitor para o Senado. Neste ano, cada eleitor poderá votar em dois candidatos, já que estão em disputa simultaneamente as duas cadeiras do Tocantins na Casa.
Luxemburgo disputa sua primeira eleição e foi oficializado candidato pelo Podemos no início de agosto. O ex-técnico tem como primeiro suplente o empresário Jair Corrêa Júnior e, como segundo, o vereador Daniel Walison. Além da trajetória no futebol, ele tem buscado apresentar na campanha sua experiência empresarial e propostas relacionadas a esporte, educação, geração de emprego e gestão pública.
A decisão também coloca Luxemburgo em uma posição diferente dos demais candidatos do Podemos ao Senado. Embora o partido permaneça formalmente na coligação de Dorinha, o ex-treinador passa a contar com o apoio declarado do principal adversário da senadora na disputa pelo governo.
Para Vicentinho, a definição preenche politicamente a segunda escolha ao Senado que permanecia aberta desde a formação de sua chapa. Alexandre foi oficializado desde o início da aliança com o MDB, enquanto o PSDB não havia apresentado até então outro candidato para dividir com ele os dois votos ao Senado
