Diretora da Facomto e da Conam toma posse como conselheira titular no ConCidades, em Brasília
17 junho 2026 às 16h54

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A diretora da Federação das Associações Comunitárias de Moradores do Tocantins (Facomto) e da Confederação Nacional das Associações de Moradores (Conam), a professora e jornalista Maria do Carmo Ribeiro, tomou posse como conselheira titular do Conselho das Cidades (ConCidades), vinculado ao Ministério das Cidades, em solenidade realizada na tarde desta terça-feira, 16, em Brasília.
A cerimônia ocorreu na sede do Ministério das Cidades e contou com a presença do ministro das Cidades, Antonio Vladimir Moura Lima, representantes de secretarias e diretorias do órgão federal, além de representantes do poder público estadual e municipal e de movimentos populares de diferentes regiões do país.
Maria do Carmo já integrava o conselho como suplente na gestão anterior e passa agora à condição de titular na 6ª gestão do ConCidades. Segundo sua atuação institucional, a nova composição reforça sua participação em debates e na formulação de políticas públicas de desenvolvimento urbano, com foco em habitação e participação social.
Durante o período em que atuou como suplente, Maria do Carmo já participava de grupos de trabalho do conselho, com destaque para a área de Mobilidade Urbana, contribuindo em discussões relacionadas ao planejamento e à gestão das cidades.
O ConCidades é um órgão colegiado que tem como atribuições propor, debater, acompanhar e avaliar políticas de desenvolvimento urbano, funcionando como espaço de articulação entre governo e sociedade civil. O conselho reúne representantes do poder público federal, estadual e municipal, além de movimentos populares e representantes do setor produtivo.
Entre as pautas defendidas pelas entidades representadas por Maria do Carmo estão políticas de habitação popular voltadas a famílias de baixa renda, com ênfase em mulheres, mães solo e chefes de família.
A nova conselheira destacou a continuidade do trabalho desenvolvido em gestões anteriores e a importância da manutenção do diálogo entre movimentos sociais e o poder público na construção de políticas urbanas.
