O ex-senador Ataídes Oliveira (Novo) disputa pela terceira eleição consecutiva um cargo majoritário no Tocantins. Depois de tentar a reeleição ao Senado em 2018, quando terminou em quinto lugar, e voltar a concorrer à Casa em 2022, ficando na quarta colocação, o empresário agora aposta em uma candidatura ao governo do estado. Aos 65 anos, afirma que decidiu entrar na disputa por indignação com os rumos da política tocantinense e diz que sua experiência como empresário o credencia para administrar o estado.

Nesta entrevista ao Jornal Opção Tocantins, Ataídes afirma que pretende montar um governo com técnicos nas principais secretarias, admite abrir espaço para indicações políticas em áreas de menor orçamento para garantir governabilidade e promete endurecer o combate à corrupção. Também faz críticas aos adversários, diz que não pretende apoiar nenhum deles caso fique fora do segundo turno e detalha propostas do que será sua gestão em caso de vitória nas urnas.

Ataídes de Oliveira é pré-candidato ao governo do Tocantins pelo partido Novo | Foto: Divulgação

O que o levou a voltar à política e disputar novamente o governo do Tocantins?

São dois motivos que me levaram a colocar o meu nome. Primeiro, eu sou filho desta terra. Nasci em Estrela do Norte e meu pai era meeiro às margens do Rio Araguaia. Venho de uma família muito pobre e escolhi o Tocantins para viver.

O segundo ponto é a indignação. Você vê um Estado tão rico como o Tocantins, que conheço não pelos livros, mas pelo cabo da enxada, há 20 anos sem um governador terminar o mandato. A corrupção tomou conta deste Estado, os favores políticos tomaram conta e eles não querem saber de boa gestão, até porque não têm competência para ser gestores.

Sou investidor deste estado. Fui responsável pela primeira construtora e incorporadora do Tocantins, a Construtora Araguaia; pelo primeiro consórcio, o Consórcio Araguaia; pela primeira loja de eletroeletrônicos, as Lojas Araguaia; e pela terceira imobiliária de Palmas, a Imobiliária Araguaia. Sou pioneiro, filho desta terra, já gerei mais de 40 mil empregos e investi algo em torno de R$ 925 milhões. Portanto, amo esta terra.

É diante dessa indignação e desse histórico horrível que estou colocando o nosso nome para mudar essa realidade. Se os pré-candidatos colocados me representassem, eu jamais colocaria o meu nome. Aos 65 anos, com a vida consolidada, ser pré-candidato ao governo é um sacrifício para mim, para minha companheira e para nossas empresas.

O que o senhor mais tem ouvido da população durante as viagens pelo estado?

São muitas demandas, mas a primeira é a corrupção. Aquela pessoa mais humilde, no canto do Estado, agora sentiu o que a corrupção representa no dia a dia e no bolso. As famílias se endividaram. Os R$ 600 que antes compravam um carrinho de mercado hoje compram meio carrinho. Mexeram no bolso delas.

O segundo ponto é a saúde. O problema da saúde do Tocantins é gravíssimo, e agora o nosso povo sentiu isso na pele. Uma senhora de Indianópolis precisa vir ao Hospital Geral de Palmas para fazer uma colonoscopia. As pessoas perceberam que a coisa ficou séria.

O terceiro ponto é a insegurança. Existem municípios que passam 60 ou 90 dias sem a presença de um policial. Isso começou a preocupar a população. Por último, estão as ruas e as estradas esburacadas. Quando uma pessoa precisa entrar em uma ambulância para fazer um exame em outra cidade, ela vê o sistema caótico da malha rodoviária.

É isso que tenho visto na ponta: corrupção, saúde na UTI, estradas ruins e falta de policiamento.

Como impedir que secretários e auxiliares pratiquem irregularidades dentro do governo?

A corrupção no Brasil, especialmente no Tocantins, não é mais abstrata. Ela é real, e o nosso povo sabe que ela existe. A corrupção não é mais a fratura de um osso do braço. Hoje é uma fratura exposta.

Você pode conversar com a senhora mais humilde de Esperantina, e ela sabe o que é a corrupção e o mal que está causando à família. Ela sabe que está tirando saúde, estrada, segurança e saneamento básico.

O Tocantins tem três cânceres que estão matando o nosso povo: a corrupção, que tira entre R$ 1,2 bilhão e R$ 1,4 bilhão por ano; os favores políticos, que tiram algo em torno de R$ 600 milhões; e a má gestão, que tira aproximadamente R$ 400 milhões.

Qual seria o primeiro passo para enfrentar esses três problemas?

A primeira coisa é ter um governador com vontade, competência, compromisso com o Estado e, acima de tudo, coragem. Precisa estar livre, sem amarras com a classe política e ser independente financeiramente. Esse é o perfil que o Tocantins precisa.

Um gestor com esse perfil consegue encarar os três cânceres. Se não tratar corrupção, favores políticos e má gestão, pode esquecer o resto. O Tocantins vai afundar.

Temos 25 mil contratados temporários. Sessenta por cento, na minha avaliação, são cabos eleitorais; 40% trabalham. O restante serve para manter no poder gente que rouba o nosso povo há muitos anos.

Como seria formada a equipe de governo?

Para fazer uma boa gestão, o governador precisa garantir transparência em tempo real e formar uma equipe técnica. Secretaria onde circula muito dinheiro não pode ser entregue a político.

Saúde, Educação, Segurança, Infraestrutura, Planejamento, Fazenda e Receita terão técnicos. Cansei de falar isso na tribuna do Senado. Veja quantos ex-secretários de áreas nas quais circula muito dinheiro foram presos ou passaram a ser investigados.

E como obter governabilidade diante de uma Assembleia Legislativa formada por 24 deputados, muitos acostumados a indicar cargos?

Eu sabia que você faria essa pergunta. Fiquei praticamente oito anos no Senado e respondo com facilidade. Vou preservar as secretarias técnicas onde existe muito dinheiro. Ainda vai sobrar um conjunto de outras secretarias.

Nessas outras áreas, nós vamos agasalhar alguns favores. Não sou hipócrita, muito menos imbecil.

Vamos acolher alguns apadrinhados de deputados estaduais porque precisarei de governabilidade.

Entretanto, quero liderança e maioria na Assembleia. Também quero uma oposição ferrenha, que me fiscalize dia e noite e cumpra as atribuições constitucionais de criar boas leis e fiscalizar o executivo. Até dos deputados da minha base vou cobrar que me fiscalizem.

O senhor admite, portanto, indicações políticas no governo?

Admito em áreas que não comandam grandes orçamentos. Nas secretarias técnicas, não. Quero deixar isso claro. Nas demais, teremos de construir a governabilidade, mas os indicados também terão de trabalhar e entregar resultados.

O senhor propõe alguma mudança no sistema de compras do estado?

Vou criar uma central única de compras de materiais e serviços. Imagine uma sala, de preferência ao lado do meu gabinete, com uma mesa redonda e cerca de 30 técnicos: um da Saúde, outro da Educação, outro da Segurança e assim por diante.

Se um diretor de escola de Sítio Novo quiser comprar uma caixa de canetas, o pedido chegará aos 30 computadores. O técnico da Educação será responsável por analisar, mas os outros 29 também terão de verificar e autorizar.

Se quiserem roubar, terão de roubar os 30 juntos. É mais difícil.

Qual será o papel dos órgãos de controle?

Vou cobrar resultado. Vou chamar o Ministério Público Federal, o Ministério Público Estadual, o Tribunal de Contas, a Controladoria-Geral do Estado, a Controladoria-Geral da União e a Polícia Civil para fiscalizarem o governo.

Se puder estender um tapete, preparar uma sala com bom ar-condicionado e levar a Polícia Federal para dentro do Palácio, eu levo. Vamos cobrar fiscalização dos órgãos responsáveis.

Se um secretário roubar no nosso governo, estará no “pau da goiaba”. Meu pai dizia que pau de goiaba não quebra. Vamos levá-lo para a Justiça e entregá-lo.

Qual seria o principal instrumento contra a corrupção?

Transparência em tempo real. Um magistrado norte-americano disse que a luz é o melhor remédio contra a corrupção. Por que ninguém encontra nada nos portais de transparência? Porque fazem de tudo para dificultar.

A palavra da nossa gestão será transparência em tempo real. Mas também precisa haver honestidade. Não adianta falar apenas em competência. O gestor tem de ser honesto.

O senhor critica os acordos políticos e parece caminhar sozinho. Como vencer sem os grandes grupos?

O Tocantins virou um mar de lama da corrupção. Acredito que existam políticos bons, mas quero que alguém me dê os nomes, porque ultimamente estou perdido. Não sei mais quem é o político honesto dentro do estado.

Político corrupto tem pavor de Ataídes, como o diabo corre da cruz. Ataídes é um problema para os corruptos.

Durante o período em que vivi no Senado, convivi com um bando de corruptos e ladrões. Tive de sentar à mesa com eles, mas nunca comi na gamela com eles.

Eu não quero chegar ao governo aliado a corruptos. Se tiver de governar com corruptos, vou cuidar das nossas empresas e pescar, que é algo de que gosto muito. Quero chegar livre para melhorar a vida do nosso povo.

E como o senhor pretende administrar o estado com essa visão sem os acordos políticos?

Vou fazer do estado uma empresa como se fosse minha. Vamos equilibrar as contas públicas. Aqui se gasta muito mais do que se arrecada.

Esse povo senta na cadeira de governador e acha que os bilhões são deles. É coisa de louco. Uma pessoa pode comprar carro de R$ 1 milhão, fazenda, sapato de R$ 10 mil, bolsa de R$ 20 mil ou vestido de R$ 30 mil com o próprio dinheiro. O dinheiro público, não. Esse dinheiro é do povo.

Não é preciso inventar a roda. Veja o caso de Romeu Zema, em Minas Gerais. Não tenho amizade com ele, mas o conheço. É empresário e pertence ao Partido Novo. Pegou um Estado em situação horrível e conseguiu organizá-lo.

Para administrar um estado tão rico como o Tocantins, basta fazer arroz com feijão todos os dias, com honestidade e responsabilidade.

Sem alianças com prefeitos e lideranças tradicionais, como fazer sua mensagem chegar aos municípios?

Estou há mais de quatro décadas como empresário, administrando empresas em vários segmentos. No mundo dos negócios, não conheço derrota. Houve negócios nos quais tentamos, percebemos que era preciso recuar e recuamos. Mas sou um homem bem-sucedido, graças a Deus.

Conheci a derrota na política, nessa política suja do Tocantins. Já tentei convencer os vereadores de que precisamos mudar essa realidade. Escrevi o livro Vereadores capacitados, mandato eficiente.

Para mim, o mandato de vereador é o mais importante, porque ele está próximo da população. É na porta do vereador que as pessoas batem para pedir açúcar, remédio ou transporte para chegar ao hospital. Infelizmente, as atribuições de criar leis e fiscalizar o Executivo foram substituídas por outras práticas.

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Ataídes de Oliveria | Foto: Reprodução

O senhor também critica as emendas parlamentares?

Antes de abrirem essas portas, janelas e porteiras para o dinheiro público por meio de emenda Pix, emenda secreta e emenda de bancada, existia mais responsabilidade fiscal.

Na minha época, principalmente durante o governo Michel Temer, trouxe recursos para os 139 municípios. Em qualquer canto do Tocantins existe algo que o senador Ataídes colocou.

Sou considerado o senador das casas. O presidente Michel Temer me perguntou o que eu queria, porque fui um dos precursores da saída do PT. Respondi que não queria nada para mim, porque já tinha tudo, mas queria recursos para o Tocantins.

Consegui 3.900 casas para o Estado. Em Palmas, foram mil unidades para o Jardim Taquari 1 e 2 e mil para os residenciais Vitória 1 e 2. Não apenas consegui os recursos, como acompanhei a execução.

O que lhe dá esperança de que o eleitor rejeitará os grupos mais estruturados?

A internet. O eleitor de hoje não é mais o eleitor de antigamente. A senhora mais humilde, mesmo aquela que não teve oportunidade de aprender a ler e escrever, está no TikTok, no Instagram e no WhatsApp.

Ela olha e diz: “Espera aí, isso está errado”. As pessoas estão atentas. É para elas que estamos levando nossa mensagem e nosso plano de governo.

Pedimos que pesquisem a vida de cada candidato e analisem as propostas. Quem está enganando? Quem usa uma agência caríssima para produzir vídeos maravilhosos e ensinar como falar? O nosso povo está esperto.

Como será formada a chapa majoritária do Novo?

Já temos praticamente acertadas uma pré-candidata ao Senado e um pré-candidato ao Senado. Um é coronel e a outra é uma doutora, uma senhora madura. Não vou revelar os nomes agora.

A nossa candidata a vice também será uma mulher. A chapa será 50% feminina.

Por que a dificuldade para encontrar mulheres dispostas a integrar a chapa?

Estamos trabalhando. Algumas mulheres ficam receosas porque é um projeto audacioso, difícil, doloroso, espinhoso e perigoso.

É um projeto do bem contra o mal. O mal é danoso, covarde e não tem limite. Apesar disso, sinto que hoje as mulheres estão mais corajosas do que os homens.

O mal pode até vencer, mas não prosperará. Quem vence e permanece é o bem. Quem diz isso não sou eu. É a escritura sagrada.

O senhor classifica seus adversários como representantes do mal?

Até então, eram dois. Vicentinho Júnior e Dorinha. Agora há também Laurez.

Laurez foi uma pessoa com quem trabalhei e por quem sempre tive admiração e respeito. Mas agora foi para o colo do PT e de Kátia Abreu.

Ele afirmou que sua bandeira será combater a corrupção e melhorar a saúde. Como vai acabar com a corrupção dentro do PT? É impossível.

E como avalia a aliança de Laurez Moreira com o PT?

Tenho pena de Laurez se ele chegar a sentar na cadeira. Tudo o que ele não vai conseguir fazer é o que possivelmente gostaria de fazer para o bem do nosso povo.

Ele chegará amarrado, algemado. Não terá liberdade para governar.

Caso não avance ao segundo turno, apoiará algum dos adversários?

Não. Não ficarei neutro porque neutralidade pressupõe permanecer no debate. Vou pegar minha companheira e viajar. Vou tomar bons cafés e, de repente, um vinho que tenha dois ou três anos a mais de garrafa.

Depois, voltarei a cuidar das nossas empresas e a gerar empregos. Talvez não mais no Tocantins, porque não suporto mais essa situação.

Qual será o eixo principal de sua campanha?

Falar a verdade para os eleitores. Tem gente pegando capacete e dizendo que vai construir um Estado, mas nunca gerou um emprego nem construiu um barraco. Tem gente subindo em casa e dizendo que vai construir moradia, mas nunca gerou emprego.

Quero mostrar o que pretendemos fazer e dizer de onde virá o dinheiro.

Qual é a sua proposta para a saúde?

O problema não está nos profissionais do Hospital Geral de Palmas. A equipe trabalha feito louca para atender a população.

O Tocantins tem poucos hospitais de alta complexidade diante de 139 municípios. Alta complexidade significa equipamentos modernos, capacidade para todos os tipos de exames, centros cirúrgicos, leitos clínicos e UTIs.

Vamos transformar os hospitais de Dianópolis, Gurupi, Porto Nacional, Paraíso e Augustinópolis em unidades de alta complexidade. Tudo o que existe no HGP precisa estar disponível nesses hospitais.

Também vamos concluir os hospitais gerais de Gurupi e Araguaína. No primeiro ano, vamos colocar a mão nessas obras. Preciso entrar e avaliar a situação, mas, pelo que percebo, estão avançadas.

O que acontecerá com os hospitais de menor porte?

Vamos melhorar os equipamentos dos hospitais de média complexidade e aumentar os leitos clínicos e de UTI, quando necessário.

Nos hospitais de baixa complexidade, também ampliaremos os leitos clínicos e, se necessário, criaremos um ou dois leitos de UTI para estabilizar o paciente até a transferência.

Também vamos investir nas unidades básicas de saúde.

De onde virão os recursos?

O Estado gastou cerca de R$ 4,25 bilhões com saúde no ano passado. Neste ano, serão aproximadamente R$ 5 bilhões, além de cerca de R$ 1 bilhão em emendas. É muito dinheiro.

Esse recurso resolve tranquilamente a saúde de uma população de aproximadamente 1,6 milhão de pessoas. Não temos 6 milhões de habitantes. Falta gestão, vontade e coragem, e sobra roubo.

Como pretende contratar e valorizar profissionais?

Vamos investir em recursos humanos. Faremos concursos públicos para Saúde, Educação e Segurança, capacitaremos e valorizaremos os servidores e cobraremos resultados.

O servidor terá tudo de nós, mas precisará prestar serviço ao povo. Existem muitas pessoas aprovadas à espera de convocação e concursos cancelados.

Os contratos temporários deixam professores sem saber se estarão na sala de aula no dia seguinte. Como desenvolver um trabalho de longo prazo nessas condições?

Qual é sua proposta para a segurança pública?

O Tocantins tem aproximadamente 3.200 policiais militares, mas cerca de 300 estão cedidos. Restam 2.900 para atender 139 municípios. É quase impossível.

Precisamos chegar a 8.000 policiais militares. Temos cerca de 1.200 policiais civis e precisamos de 2.500. Temos aproximadamente mil policiais penais e deveríamos ter 2.000.

No Brasil, a média é de um policial penal para cinco presos. No Tocantins, segundo os dados que tenho, é de um para 17. Isso está errado.

Por que, na sua avaliação, os governos não realizam concursos?

Porque policial militar, civil ou penal é cargo técnico e só pode ser preenchido por concurso. Vereador, prefeito ou deputado não pode indicar.

Quando o governo realiza concurso, acaba a possibilidade de indicar namorada, amante, mulher, sobrinho, tio, irmão, pai, avó ou avô. É o que chamamos de nepotismo e clientelismo.

Dos 25 mil temporários, acredito que pelo menos 12 mil ocupem cargos eleitorais. Teremos de dispensar quem não trabalha e realizar concursos.

O senhor pretende reduzir a estrutura administrativa?

O Tocantins tem 51 secretarias e diretorias. Isso é um cabide de empregos, uma irresponsabilidade e um crime contra o dinheiro do contribuinte.

Esse recurso deveria ir para hospitais, segurança, estradas e saneamento básico. Ainda existem municípios sem água potável, com famílias que utilizam privadas e cisternas próximas, situação que leva doenças aos hospitais.

É fácil de resolver. Basta querer e ter vontade.

Por que o senhor acredita que conseguirá cumprir essas propostas em quatro anos?

Porque sei o diamante que tenho nas mãos. Se o Tocantins não fosse tão rico, eu jamais colocaria meu nome como candidato e diria que faria tudo isso.

O estado tem terras férteis, água, riquezas minerais, pecuária, produção de grãos, turismo, ferrovia, rodovia e localização estratégica. Quero industrializar o Tocantins, atrair grandes empresários, gerar emprego e renda e aumentar nossa participação na economia do Brasil e do exterior.

Não quero ser salvador da pátria. Quero apenas fazer a minha parte.