Luxemburgo prepara troca de suplente após adesão a Vicentinho; Eli busca mulher para chapa
01 setembro 2026 às 11h17

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As chapas de Vanderlei Luxemburgo (Podemos) e Eli Borges (Republicanos) ao Senado devem passar por mudanças no início de setembro. Luxemburgo prepara a substituição do empresário Jair Corrêa Júnior na primeira suplência, enquanto Eli deve incluir uma mulher na vaga aberta após a renúncia do ex-vereador Elson Ribeiro dos Santos.
No caso de Luxemburgo, a possível troca ocorre poucos dias depois de uma mudança mais ampla na condução política de sua candidatura. O ex-técnico iniciou a campanha sem vinculação a um dos principais candidatos ao governo, mas aderiu na quinta-feira, 27, ao palanque de Vicentinho Júnior (PSDB). Desde então, passou a dividir com Alexandre Guimarães (MDB) os dois votos ao Senado defendidos pelo grupo tucano.
Nos bastidores, uma das avaliações é que a nova posição política de Luxemburgo pode ter pesado na permanência de Jair Júnior na chapa. Empresário do setor hoteleiro, ele aceitou integrar uma candidatura que até então se apresentava de forma independente. Com a adesão a Vicentinho e a entrada definitiva no confronto entre os principais grupos da eleição estadual, interlocutores avaliam que Jair poderia ter optado por deixar a composição para evitar uma exposição política maior e possíveis conflitos decorrentes de sua atividade empresarial.
Jair foi registrado como primeiro suplente de Luxemburgo, enquanto o vereador de Augustinópolis Daniel Walison ocupa a segunda suplência. A campanha trabalha agora na busca de outro nome para a primeira vaga. A eventual substituição ainda precisa ser formalizada perante a Justiça Eleitoral.
Na chapa de Eli Borges, a mudança tem outra origem. Elson Ribeiro renunciou à segunda suplência no dia 26 de agosto, sob a justificativa de razões pessoais. O Republicanos passou a discutir a substituição e deve escolher uma mulher filiada ao partido. O empresário e pastor Suelismar Caetano Ferreira permanece como primeiro suplente.
A escolha mudaria também a composição da chapa de Eli, originalmente formada por três homens. Enquanto o Republicanos procura preencher uma vaga já aberta, Luxemburgo precisa reorganizar sua primeira suplência justamente no momento em que sua candidatura deixou a posição independente e passou a integrar um dos principais palanques da disputa pelo governo do Tocantins.
