Partidos sem deputados de mandato devem entrar na disputa por até cinco vagas na próxima legislatura da Aleto
25 maio 2026 às 11h51

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Projeções que circulam entre dirigentes partidários e articuladores políticos do Tocantins indicam que a Assembleia Legislativa pode ter uma das maiores renovações dos últimos anos após as eleições de outubro. O desenho discutido nos bastidores aponta para uma Casa mais fragmentada, com crescimento de legendas que hoje não possuem representação no parlamento estadual.
Nas contas feitas por lideranças partidárias, o Republicanos, que em 2022 fez sete deputados estaduais, mas perdeu espaço com a janela partidária, aparece com perspectiva de formar outra vez a maior bancada, seguido por União Brasil, MDB, PL e Podemos. A federação formada em torno do PT manteria espaço na Casa, enquanto PSDB, PSD e PRD também surgem com chances de ocupar cadeiras na próxima composição da Aleto.
A principal movimentação observada no cenário proporcional envolve justamente partidos sem deputados estaduais de mandato. Podemos e PRD são tratados por integrantes do meio político como chapas competitivas e com potencial para eleger entre cinco e seis parlamentares somados, caso consigam consolidar candidaturas de maior densidade eleitoral em regiões estratégicas do estado.
A avaliação feita nos bastidores é que a eleição deste ano tende a ser menos concentrada do que em ciclos anteriores. A entrada de ex-prefeitos, vereadores, nomes ligados ao seguimento evangélico, grupos regionais e aliados da base governista ampliou a disputa pelas vagas proporcionais e dificultou projeções mais lineares sobre a futura composição da Assembleia.
