Candidato ao Senado pelo Tocantins, Fábio Ribeiro resgata vídeo com críticas à atuação da PRF
25 agosto 2026 às 13h24

COMPARTILHAR
Candidato ao Senado pelo Tocantins, Fábio Ribeiro (Rede) voltou a divulgar nas redes sociais um vídeo gravado em novembro de 2024 no qual critica a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no trecho urbano da BR-010, em Palmas. Com a gravação novamente em circulação durante a campanha eleitoral, Ribeiro reafirmou as declarações feitas há quase dois anos e passou a associá-las à defesa de uma atuação das forças de segurança mais concentrada no combate ao crime organizado.
No vídeo original, Ribeiro questiona multas e apreensões de veículos utilizados por trabalhadores e cita carros populares, motocicletas, veículos com escadas e pequenas carretas. “O que a gente tem presenciado é a apreensão do uninho da escada, o golzinho que arrasta a carretinha, o saveirinho que está carregando uma carga além da carroceria e as motos”, afirmou na época. Ele também criticou os custos das remoções e disse considerar que a fiscalização atingia principalmente pessoas que dependiam desses veículos para trabalhar.
Ao recuperar o episódio agora, Ribeiro escreveu que sua “treta com a PRF começou com esse vídeo” e afirmou que não considera ter errado nas críticas. Para o candidato, o problema está na definição das prioridades. Ele argumenta que trabalhadores enfrentam fiscalização rigorosa enquanto organizações criminosas dispõem de estruturas mais sofisticadas para suas atividades.
Candidato defende foco no crime organizado
Na nova manifestação, Ribeiro citou PCC e Comando Vermelho e defendeu investimento em treinamento, equipamentos e novas tecnologias para as forças policiais. Na avaliação dele, a estrutura permitiria concentrar recursos no enfrentamento às organizações criminosas e reduzir riscos aos agentes de segurança.
O candidato também mencionou a prática conhecida como “grau”, manobra feita com motocicleta sobre apenas uma das rodas. Ribeiro reconheceu a ilegalidade da conduta, mas contrapôs esse tipo de fiscalização ao combate às facções. “Entre correr atrás de grauzeiro e combater o crime organizado, eu fico com a segunda opção”, escreveu.
