Enfileiramento de Mercúrio, Júpiter, Vênus e da Lua segue visível no Tocantins até sexta-feira
18 junho 2026 às 15h01

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Moradores do Tocantins puderam observar, na noite de quarta-feira, 17, o enfileiramento de Mercúrio, Júpiter, Vênus e da Lua. O fenômeno continua nesta quinta-feira, 18, e poderá ser acompanhado também na sexta-feira, 19, quando a estrela Alfa de Leão, a mais brilhante da constelação de Leão, passa a integrar a formação.
De acordo com o Observatório Nacional (ON), o enfileiramento é uma configuração mais rara do que o alinhamento de planetas, fenômeno que costuma ocorrer em intervalos de 12 a 15 meses.
Segundo o observatório, esse tipo de enfileiramento acontece porque esses corpos celestes percorrem praticamente o mesmo caminho pelo céu, considerando o ponto de vista de quem observa a partir da Terra.
Conforme o ON, o fenômeno já podia ser observado desde a terça-feira, 16.
A programação de observação do céu continua na sexta-feira, 19, quando a estrela Alfa de Leão, a mais brilhante da constelação de Leão, passou a integrar o enfileiramento e pôde ser vista próxima à Lua.
Quem observou o céu na quarta-feira, 17, também pôde acompanhar a ocultação de Vênus pela Lua. Durante o fenômeno, o satélite natural da Terra passou à frente do planeta, bloqueando temporariamente sua visualização para os observadores terrestres.
Nas redes sociais, moradores do Tocantins compartilharam registros e relataram a experiência de acompanhar o fenômeno. Em uma das publicações, uma internauta descreveu o momento como um espetáculo no céu. “Um belo fenômeno celeste chamou a atenção de observadores: a Lua e o planeta Vênus apareceram muito próximos no céu, formando uma impressionante conjunção astronômica”, disse.
Outro comentário destacou o entusiasmo com a formação observada na noite de quarta-feira. “Completamente fascinada pelo alinhamento de Mercúrio, Júpiter e a conjunção de Vênus com a Lua”, publicou uma internauta.
A ocultação foi visível em Alagoas, Amapá, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe, no norte do Amazonas, além de Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Piauí e Tocantins.
