Familiares de Edileuza Almeida Durães, de 46 anos, vítima de feminicídio no Distrito Federal, neste sábado, 20, lançaram uma campanha de arrecadação para custear o traslado do corpo até Gurupi, no Tocantins. Segundo a família, a mobilização busca reunir recursos para que o velório e o sepultamento ocorram na cidade onde vivem os parentes. 

Em publicação divulgada nas redes sociais, parentes pedem a solidariedade de amigos e da população para arrecadar recursos. “Ela faleceu em Brasília e sua família não tem condições financeiras de realizar o traslado do corpo para Gurupi, onde será velada e sepultada ao lado de seus entes queridos”, diz a campanha.

Quem quiser ajudar basta entrar em contato no número 63 99209-4642, em nome de Valdivina Maurício dos Santos, irmã de Edileuza. Segundo a família, qualquer valor pode contribuir para que a vítima seja levada de volta ao Tocantins.

Edileuza foi morta na madrugada deste sábado, 20, dentro de casa, na Quadra 205 do Recanto das Emas, no Distrito Federal. Além do feminicídio, o filho dela, de 14 anos, ficou ferido ao tentar defender a mãe durante a agressão.

De acordo com as investigações, o principal suspeito é o companheiro da vítima, Sandro de Souza Oliveira, de 35 anos. Após o crime, ele teria tentado tirar a própria vida. O homem foi preso pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e permanece sob custódia policial em uma unidade de saúde.

O adolescente recebeu atendimento médico e teve alta ainda na manhã de sábado. Edileuza trabalhava como manicure e deixa três filhos, sendo dois menores de idade.

Entenda o caso

Edileuza Almeida Durães, de 46 anos, foi morta na madrugada do último sábado, 20, dentro da residência onde morava, na Quadra 205 do Recanto das Emas, no Distrito Federal. Durante a ocorrência, o filho da vítima, de 14 anos, ficou ferido ao tentar defendê-la. 

Manicure e mãe de três filhos, Edileuza foi encontrada sem vida no imóvel onde o crime ocorreu por volta da 1h30. No local, equipes policiais apreenderam uma faca apontada como o possível instrumento utilizado no homicídio.

Segundo relatos de pessoas próximas à família, Edileuza e o suspeito mantinham um relacionamento havia aproximadamente um ano. Eles teriam se separado recentemente, mas reataram após o homem não aceitar o término da relação.