Um confronto envolvendo agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos deixou duas pessoas baleadas na noite deste sábado, 23, nas proximidades da Casa Branca, em Washington. Entre os feridos estaria o próprio atirador, que morreu após a troca de tiros, segundo informações preliminares.

A ocorrência ocorreu próximo ao cruzamento da Avenida Pensilvânia com a Rua 17, após os disparos, a região foi isolada por agentes armados do Serviço Secreto. Até o momento, as autoridades não divulgaram as identidades dos envolvidos nem detalhes sobre o estado de saúde da segunda pessoa atingida, que estaria passando pelo local.

De acordo com a jornalista Carolina Cimenti, da TV Globo, as primeiras apurações apontam que um homem se aproximou de um dos portões da Casa Branca e efetuou ao menos três disparos. Oficiais ouvidos por agências internacionais afirmaram que o suspeito apresentava “distúrbios emocionais”, mas as circunstâncias do caso ainda estão sendo investigadas. O diretor do FBI, Kash Patel, confirmou em publicação nas redes sociais que as autoridades de segurança permaneceram em alerta após os relatos de tiros. O presidente Donald Trump estava na Casa Branca no momento da ocorrência.

Em uma publicação na rede Truth Social, Trump agradeceu a atuação do Serviço Secreto e das forças de segurança e afirmou que o suspeito tinha histórico violento e possível obsessão pela Casa Branca. Ele também relacionou o episódio à necessidade de reforçar a segurança presidencial em Washington.

Jornalistas que trabalhavam nas proximidades relataram ter ouvido uma sequência de disparos e foram orientados a buscar abrigo na sala de briefing da imprensa, segundo os relatos, agentes do Serviço Secreto impediram temporariamente a saída dos profissionais do local. O bloqueio foi suspenso pouco depois.