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Vice-governador tem trânsito com o atual grupo à frente da prefeitura da Capital

Em menos de um mês à frente da Prefeitura de Palmas, pastor filiado ao nanico Agir rompe com aliados de Eduardo Siqueira, abre as portas para igrejas e pode reposicionar o cenário da eleição de 2026 no Tocantins

Na entrevista exclusiva concedida ao Jornal Opção Tocantins, o prefeito interino falou sobre os bastidores da interinidade, o grupo Monte Sião, a influência do pastor Amarildo, a relação com a Câmara e com Eduardo Siqueira

Nomeação estão no Diário Oficial desta terça-feira, 8

Interino diz que "cidade não ficará sem comando" e reafirma que mudanças na equipe seguirão critérios próprios; discurso ocorreu durante cerimônia que empessou Petion Corado (PSB)

Após alegar interferência partidária, Carlos Velozo diz que precisa de pessoas de confiança, mas escolhe chefe de gabinete com quem aparente não ter histórico nem conexão

Alegando pressão do partido, Carlos Eduardo Velozo (Agir) escolhe Fábio Bernardino da Silva para chefiar Gabinete; os dois não tinham contato, nem mesmo nas redes sociais

Carlos Velozo rompe promessa de manter equipe e abre crise política no governo interino da capital

Os dois têm caminhado juntos pelas ruas da Capital em busca de votos para a chapa do Podemos

A exemplo do que ocorre em Araguaína, em Palmas, com menos de 30 dias para as eleições municipais, decisões da Justiça Eleitoral começam a surgir contra fakenews. Nesta sexta, 6, foi ordenada a retirada do ar de um conteúdo considerado falso, contra o candidato Eduardo Siqueira (Pode). A decisão, do juiz eleitoral Gil Correa, pede que seja retirado do ar notícias que associam o candidato a uma série de ataques contra o ex-prefeito da capital, Raul Filho.
Na publicação, um vídeo, compartilhado em um grupo de Whatsapp, chamado “Palmas de verdade”, insinua que Eduardo Siqueira tinha envolvimento em uma série de ataques contra a família do então candidato à prefeitura de Palmas, Raul Filho. Segundo a fakenews, os ataques que Raul recebeu durante as eleições teriam partido de Eduardo, com pretensão de sujar sua imagem e favorecer a sua candidata indicada, Nilmar Ruiz (PL).
A decisão do magistrado determina a remoção do conteúdo, em até 24 horas, mais multa de R$1 mil por dia. O juiz também pediu que a responsável pelo Whatsapp, a empresa Facebook Serviços Online do Brasil, forneça os dados cadastrais do usuário responsável pela divulgação do material.
Em sua decisão, o juiz, Gil Correa, também ressalta que não se pode confundir liberdade de expressão com propagação de condutas ilícitas, como crimes contra a honra: “ fakenews não têm amparo legal sob o argumento de liberdade de expressão", afirmou o magistrado, ao destacar que a disseminação de informações falsas compromete a integridade das eleições e a reputação dos envolvidos.