Por Elâine Jardim
Polícia apura corrupção e lavagem de dinheiro no Judiciário do Tocantins
Estado alcançará 1.695.793 habitantes em 2048, mas terá leve redução em 2049
Governo federal criou uma sala de situação para enfrentar a crise climática na Amazônia, sancionou uma lei para regulamentar o uso do fogo e firmou um pacto com governadores para intensificar o controle de incêndios.
Caso foi filmado por uma câmera de videomonitoramento de estabelecimento comercial
Identificação foi possível a partir das imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos próximos ao local
Joseph está na Casa de Prisão Provisória de Palmas
Governador reafirma que não ordenava as despesas na época dos fatos
A primeira-dama e secretária extraordinária de Participações Sociais Karynne Sotero afirmou à imprensa que recebeu com espanto e perplexidade a notícia de que é alvo de busca e apreensão da Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira, 21. Karynne afirmou que não faz parte do processo investigatório e que “sequer é citada".
“Esclarece ainda que não era sequer primeira-dama do estado à época dos fatos investigados. Ressalta que está tranquila em relação ao desenrolar da investigação e confiante na Justiça”, diz a nota da primeira-dama.
A PF cumpriu mandados de busca e apreensão nos endereços do governador de Tocantins, Wanderlei Barbosa, e de seu filho, o deputado Léo Barbosa, como parte da operação "Fames-19", que investiga o desvio de recursos públicos destinados à compra de cestas básicas durante a pandemia de covid-19. A operação, autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), também envolveu outros 41 mandados contra empresários e políticos.
O governo estadual afirmou em nota que está colaborando com a investigação, e o governador Wanderlei Barbosa declarou ter recebido a operação com surpresa, mas está tranquilo, afirmando que na época dos fatos era vice-governador e não responsável pelas despesas. Ele destacou sua confiança na Justiça e sua disposição para colaborar com as investigações.
As investigações revelam indícios de um esquema operado entre 2020 e 2021, em que empresas contratadas para fornecer cestas básicas durante a pandemia teriam entregado apenas parte dos produtos acordados, apesar de receberem o valor total contratado.
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