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Ao todo, 37 municípios do estado não entregaram a documentação
A mostra estará disponível para visitação a partir desta quarta-feira, 14
Morreu nesta terça-feira, 13, o jornalista Athos Pereira, uma das vozes mais influentes na defesa da liberdade e da justiça social em Goiás e no Tocantins e natural de Porto Nacional. Conhecido por sua militância contra a ditadura militar e por sua contribuição na construção do Partido dos Trabalhadores (PT), Athos lutava contra um câncer e deixa um legado inestimável e saudades entre aqueles que tiveram a honra de conhecê-lo e trabalhar ao seu lado.
Athos Pereira dedicou sua vida à luta por um Brasil mais justo e democrático. Durante os anos de repressão, foi um incansável defensor dos direitos humanos, sendo obrigado a se exilar para escapar da perseguição política. No exterior, em países como Chile, México e Bélgica, continuou sua trajetória como autodidata, se tornando um grande intelectual da esquerda brasileira.
De volta ao Brasil, Athos foi um dos fundadores do PT, onde atuou como dirigente e chegou a ser candidato a senador. Além disso, trabalhou por muitos anos como chefe da Assessoria da Bancada de Deputadas e Deputados do PT na Câmara Federal, contribuindo significativamente para a formação de novas gerações de militantes e políticos.
Em suas últimas décadas, Athos foi uma presença constante na cidade de Goiás, onde seu nome continuará a ser lembrado como um símbolo de resistência e compromisso com a democracia. Sua morte gerou manifestações de pesar e homenagens de diversas personalidades e amigos.
Athos era irmão de outros dois grandes nomes da história de Porto Nacional, Osterno Pereira, que foi prefeito da cidade, cassado pela ditadura militar em 1963 e também de Pedro Tierra (Hamilton Pereira), poeta e ex-dirigente nacional do PT.
Segundo amigos seu corpo será cremado e suas cinzas serão jogadas no Rio Tocantins em Porto Nacional
Manifestações pela morte de Athos
Ao Jornal Opção, a jornalista Laurenice Noleto destacou a importância de Athos como profissional e militante. “Eu o conhecia há muitos anos e sou amiga da sua mulher, a jornalista Thais Pires. Athos era um excelente jornalista, de uma família de grandes lutadores, no campo da esquerda”, completa Nonô Noleto, como é carinhosamente conhecida.
O ex-ministro José Dirceu destacou o impacto de Athos em sua trajetória: “Infelizmente partiu hoje Athos Pereira, nosso mestre em todas as lutas, presença fiel nos dias fáceis ou difíceis. Lutou a boa luta durante toda a sua vida em favor da liberdade e da justiça. Deixa saudades e boas e alegres lembranças”.
A jornalista Cida Dias, de Itumbiara, ressaltou a coragem de Athos: “Exemplo de luta e de coragem! Deixa imenso legado em defesa de um país justo e democrático! Vá em paz, Athos, e que sua passagem seja iluminada. Meus sentimentos à Thais e a todos os familiares”.
A sobrinha de Athos, jornalista Luiza, também expressou sua tristeza e admiração: “Meu tio querido, irmão generoso, companheiro de vida da Thaís e de nós todos em tantas batalhas. Deixa pra gente seu exemplo de coragem, lealdade e idealismo. Escolheu o dia 13 para sua passagem, como seu último ato de amor pela causa. Saudades!”
O advogado e professor de Direito Constitucional José do Carmo, de Goiás, relembrou a trajetória de Athos como um desafiador da ditadura: “ATHOS PEREIRA foi, na juventude, um desafiador da ditadura militar, desde as margens do Tocantins. Teve que se exilar para escapar da tortura e da morte. Minha formação política eu devo, em grande parte, ao ATHOS PEREIRA e ao seu querido irmão, HAMILTON PEREIRA (PEDRO TIERRA). Sua militância nunca terá fim!”.
Proposta é o segundo texto de regulamentação da reforma tributária
Além do município, outras quatro cidades tocantinenses apresentaram acima da média.
Prefeita disse que a chapa não tem projetos financeiros e pessoais
Decisão impõe multa de R$ 100 mil por dia e corte de energia para garantir cumprimento
O Cerrado, segundo maior bioma do Brasil, registrou um aumento de 10,6% na área sob alerta de desmatamento entre agosto de 2023 e julho de 2024. Os estados do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) foram responsáveis por 75% das áreas em alerta. Dentre esses, apenas a Bahia conseguiu reduzir o desmatamento, com uma queda de 52,4%. No entanto, os outros três estados registraram aumentos consideráveis: 31% no Maranhão, 14,7% no Piauí e um preocupante 58,6% no Tocantins.
O Tocantins, em particular, destacou-se negativamente, sendo o estado com o maior aumento percentual de desmatamento entre os quatro. Esse crescimento ocorre apesar das medidas implementadas pelo novo Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento no Cerrado (PPCerrado), lançado em novembro de 2023. Embora o plano tenha começado a mostrar resultados em outros locais, como a redução de 24,8% nos alertas nos últimos quatro meses no bioma como um todo, a situação no Tocantins permanece crítica.
O desmatamento crescente no estado é motivo de preocupação, especialmente em comparação com a redução significativa observada em outras áreas, como as Unidades de Conservação da Amazônia, onde a queda foi de 67% no mesmo período.
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