A Justiça do Tocantins determinou que Rejane Mendes da Silva e sua irmã, Lindiana Mendes da Silva, sejam julgadas pelo Tribunal do Júri da Comarca de Araguaína, pelo envolvimento na morte do empresário José Paulo Couto. A decisão foi proferida pelo juiz Carlos Roberto de Sousa Dutra, da 1ª Vara Criminal do município, após a análise das provas reunidas no processo.

Rejane responderá ao júri pelos crimes de homicídio qualificado, furto, adulteração de placa de veículo e ocultação de cadáver, com incidência da Lei de Crimes Hediondos e do Estatuto da Pessoa Idosa. Lindiana foi encaminhada a julgamento popular pelo crime de ocultação de cadáver. O magistrado entendeu que há prova da materialidade e indícios suficientes de autoria para submeter as rés ao Tribunal do Júri.

Na decisão, o juiz rejeitou preliminar apresentada pela defesa e manteve a prisão preventiva de Rejane Mendes da Silva. Segundo o despacho, não houve alteração nas circunstâncias que fundamentaram a medida cautelar, adotada para garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal.

Com o encerramento dessa fase processual, o caso entra na etapa preparatória do júri, quando acusação e defesa devem apresentar o rol de testemunhas e requerer diligências. Até o momento, não há data definida para a realização do julgamento, que dependerá do andamento processual e da pauta do Tribunal do Júri de Araguaína

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