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Feminicídio
Mulher atropelada e arrastada por 1 km morre após 25 dias internada em São Paulo

Tainara Souza Santos, 31, estava internada desde 29 de novembro no Hospital das Clínicas

Lançamento
Aleto vai implantar Procuradoria da Mulher após oito anos da publicação da resolução

Objetivo é promover a defesa dos direitos das mulheres e reforçar o debate sobre igualdade de gênero na Assembleia

Empreendedorismo
Tocantins tem linha de crédito exclusiva para mulheres empreendedoras

Iniciativa oferece condições vantajosas para fomentar o crescimento de negócios femininos no Estado

Direitos Humanos
Dia Internacional da Mulher: Conheça avanços e desafios na igualdade de gênero e combate à violência doméstica no Tocantins

Apesar das conquistas, o Brasil ainda enfrenta desafios para garantir a igualdade de gênero, como a violência doméstica e a disparidade salarial

Legislativo
Aleto aprova mudanças tributárias, define presidências de comissões e tem primeira mulher no comando da CCJ

A Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto) realizou, nesta terça-feira, 25, uma sessão plenária e reuniões de comissões temáticas. Na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), foram aprovadas medidas enviadas pelo Executivo na área tributária, enquanto a comissão também fez história ao ser presidida, pela primeira vez, por uma mulher, ainda que de forma temporária. Além disso, os deputados definiram os presidentes das Comissões de Cidadania e Direitos Humanos e de Educação, Cultura e Desporto.

Na CCJ, foi aprovado o Projeto de Lei nº 25/2024, que moderniza a gestão do Contencioso Administrativo Tributário (CAT), órgão da Secretaria da Fazenda (Sefaz) responsável por resolver disputas de contribuintes. As mudanças incluem a ampliação do Conselho de Recursos Tributários (Cocre) e a digitalização dos processos via Domicílio Eletrônico do Contribuinte (Dec). O governo argumenta que a medida ajudará a reduzir um passivo de 3.200 processos, que somam mais de R$2 bilhões em créditos tributários.

Outro projeto aprovado foi o PL nº 23/2024, que altera o Código Tributário Estadual. A proposta isenta do pagamento do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) os carros elétricos comprados em concessionárias do Tocantins até o fim de 2026. O texto também atualiza a Taxa de Serviços dos Bombeiros (TSB), que estava defasada desde 2010.

Primeira vez que uma mulher preside a CCJ

Durante a sessão, a deputada Cláudia Lelis (PV) se tornou a primeira mulher a presidir a CCJ da Aleto, ainda que de forma interina. O titular da comissão, deputado Valdemar Júnior (Republicanos), transferiu temporariamente o comando para sua vice, garantindo um marco histórico na principal comissão da Casa.

Além das deliberações tributárias, os parlamentares instalaram e elegeram os presidentes e vices de duas importantes comissões temáticas.

Na Comissão de Cidadania e Direitos Humanos, o deputado Jair Farias (UB) foi escolhido presidente, com Cleiton Cardoso (Republicanos) na vice-presidência. O grupo é responsável por acompanhar políticas públicas e analisar propostas voltadas à promoção dos direitos humanos. Entre os membros titulares estão Gipão (PL), Eduardo Fortes (PSD) e Nilton Franco (Republicanos).

Marcus Marcelo foi eleito presidente da Comissão de Educação | Foto: Clayton Christus/Aleto

Já a Comissão de Educação, Cultura e Desporto será presidida por Marcus Marcelo (PL), tendo Professor Júnior Geo (PSDB) como vice. A comissão tem como atribuição avaliar projetos relacionados à educação, ensino, esportes e patrimônio cultural. Suas reuniões foram agendadas para as terças-feiras, às 13h.

Os projetos aprovados na CCJ seguem agora para análise da Comissão de Finanças, Tributação, Fiscalização e Controle, antes de serem encaminhados para votação no plenário da Aleto.

Até quando mulheres terão que sofrer em uma sociedade que não tem interesse em mudar?

Comentário machista reacende - mais uma vez - a necessidade de mudança que promete mas não acontece de forma plena

A que ponto pode chegar a não aceitação?

Que a idade chega para todos, isso é um fato. Todavia, saber lidar com o etarismo imposto socialmente e encarar a velhice como algo positivo e fisiológico parece improvável, numa narrativa que explora resistentemente essa inevitabilidade. No filme “A Substância”, essa resposta, além de explícita é, sobretudo, assustadora

Será que o problema está em ser mulher?

* Flayra Sobrinho

Por muito tempo eu acreditei que o segredo da vida estaria em casar, ter filhos e simplesmente cuidar da casa. E sim. Existem mulheres que escolheram essa vida e são muito felizes. Acontece que essa realidade não se encaixa para outras. Vida acadêmica, profissão, carreira, desenvolvimento pessoal são outros requisitos prioritários para aquelas que decidiram focar somente a isso e que também exalam felicidade por onde passa. 

O que me preocupa é como somos tratadas, qual o grau de respeito temos em qualquer ambiente que estamos, sendo mulher, seja no lar e/ou num cargo de gerência da empresa dos sonhos. É exatamente isso que me questiono todos os dias. Certa vez numa sessão na Câmara dos Vereadores do meu município cheguei a pensar que seria coisa da minha cabeça quando vi uma mulher falando, e a maioria (homens) saindo da sessão, conversando entre si, mexendo no celular, ou seja, sem dar a mínima atenção. Por que isso acontece na maioria das vezes? Será que o problema está em ser mulher? 

Desde a infância, nós mulheres somos oprimidas nos mais diferentes aspectos da vida. Ah! Você não pode usar short curto. Ah! Você é diferente do seu irmão. Então, deixa ele. Ah! Feche essas pernas, quer mostrar o que para os homens? Esses comentários são alguns dos quais escutei quando eu era criança e hoje sendo adulta, com pensamento crítico e elevado sei reconhecer qualquer comportamento machista, e é claro procuro me posicionar contra ele. Chego a me perguntar se a falta de respeito é consequência do machismo enraizado. Será que é? Segundo um levantamento do PoderData, 83% dos brasileiros dizem haver machismo no Brasil. Esse, infelizmente, é um dado muito triste e o nosso objetivo é contribuir para a mudança dessa realidade. 

É importante ressaltar ainda que as ameaças contra as mulheres só aumentam a cada dia, a cada instante, a cada segundo, seja ela física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. São todas doloridas, que deixam marcas e se não foram tratadas reverberam para o resto da vida. E talvez esse seja o maior desafio. Mulheres em “n” situações escondem para si tais acontecimentos a fim de poupar a morte. Por falar em morte, nesse caso o feminicídio, o Brasil lidera a 7ª posição que mais mata mulheres. E segundo Gulsum Kav, fundadora do grupo We Will Stop Femicide (Vamos acabar com o feminicídio), o feminicídio é o assassinato de mulheres e meninas por causa de seu gênero - é a forma mais extrema da violência contra a mulher, mas em muitos países não há registro do número de casos. Esse é outro dado muito comovente e nos motiva ainda mais na luta pelos direitos ao respeito, à vida, à saúde e à integridade física. Será que é pedir muito? Será que não podemos viver bem, só sendo uma mulher livre, ousada e independente? É incômodo demais para os homens ver um mulherão liderando uma empresa? Causa raiva ver uma mulher discursando para uma multidão? Homens, coloquem na cabeça de vocês, não queremos ocupar o lugar de vocês, queremos apenas igualdade e, acima de tudo, respeito aonde quer que estejamos. Fui clara? 

* Estudante de Jornalismo e produtora de conteúdo digital 

Saúde
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