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A mais nova crise entre Brasil e Venezuela

O assessor admitiu, no entanto, que votou a favor da entrada de Cuba no bloco, mas não da Venezuela

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Prefeitos (as) e vereadores (as) eleitos (as) no Brasil terão que cumprir mais que promessas de campanha

Com o segundo turno das eleições municipais já encerrado, resta agora a expectativa de que os novos gestores municipais, eleitos com o voto de confiança da população, estejam prontos para enfrentar um desafio financeiro histórico. Um estudo recente da Confederação Nacional de Municípios (CNM) revela um cenário crítico: mais de 50% dos municípios brasileiros estão no vermelho, acumulando um déficit de R$ 16,2 bilhões, o maior percentual em décadas. Esse contexto de crise é um lembrete de que o trabalho que os prefeitos e vereadores eleitos terão pela frente vai muito além das promessas de campanha.

As dificuldades financeiras que as cidades enfrentam têm origens complexas, mas o aumento de despesas pós-pandemia emerge como uma das principais causas. Em áreas fundamentais como saúde, educação e urbanismo, os custos dispararam. Só em 2023, as despesas cresceram 14,8%, e apenas com pessoal o aumento foi de 13,2%, totalizando R$ 47,6 bilhões a mais em gastos. Isso decorre dos reajustes salariais e da retomada de contratações de servidores, necessárias para garantir o funcionamento dos serviços públicos básicos.

O limite de gastos com pessoal, estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), já foi ultrapassado ou atingido por muitos municípios, evidenciando a dificuldade das administrações em equilibrar as contas. Enquanto os custos crescem, as receitas municipais não acompanham o mesmo ritmo, exigindo criatividade e comprometimento dos gestores para evitar o colapso dos serviços públicos.

A situação é particularmente preocupante em setores como saúde e educação, que absorvem quase metade das despesas municipais. Além disso, previdência social e urbanismo são áreas que apresentam alta demanda orçamentária, sendo responsáveis, em conjunto, por R$ 114,3 bilhões em gastos em 2023. Para os prefeitos que assumirão em 2025, a realidade é clara: qualquer chance de estabilidade fiscal exige medidas inovadoras e bem planejadas para garantir que os serviços básicos cheguem à população.

O papel dos novos gestores municipais é agora proativo e de extrema responsabilidade. E como eleitores, a participação da população se estende para além das urnas; estamos entregando aos eleitos o dever de enfrentar esses desafios com compromisso e foco no longo prazo. A boa administração vai além de um mandato; trata-se de um compromisso com a sustentabilidade financeira das cidades e com a qualidade de vida dos cidadãos.

Enquanto aguarda-se os novos mandatos começarem, espera-se que esses líderes eleitos sejam capazes de enfrentar esses desafios com seriedade, ação consciente e compromisso com o futuro das cidades.

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As incoerências de discurso durante a cúpula do Brics

Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou por videoconferência da Cúpula do Brics com discurso em tom mais “moderado”, ao criticar a resposta militar de Israel contra o Hamas e o Hezbollah, destacando a importância de iniciar as negociações de paz, o chanceler Mauro Vieira, que está representando o Brasil na cúpula in loco, foi enfático, ao classificar a guerra como “punição coletiva” aos palestinos

Um pouco de fair play não faria mal à Cinthia Ribeiro

Prefeita de Palmas ultrapassa limites em críticas à candidata Janad Valcari, sofre sanções da Justiça Eleitoral e levanta debate sobre os limites do fair play político

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Trump funcionário em fast-food e Harris orando em igreja: reta final de campanha nos EUA lembra eleições no Brasil

Com eleições marcadas para o dia 3 de novembro, candidatos apelam para qualquer estratégia em estados cruciais

Dispersão da direita que favoreceu PT em 2024 deve se repetir em 2026

Embalados pela onda bolsonarista que elegeu milhares de prefeitos e parlamentares nas últimas eleições, pré-candidatos de direita correm o risco de repartir demais "o bolo" do eleitorado desse segmento

O fim da “guerra” em Gaza está cada vez mais distante

Sendo o maior líder do Hamas, Sinwar sempre foi o alvo ideal para que Netanyahu tivesse algo para apresentar para a comunidade internacional

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O Brasil endoidou ou apenas endireitou?

A democracia sempre foi e ainda é “a pior forma de governo, salvo todas as demais formas”

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Violência contra mulheres e meninas: Menos rosas, mais aliados

No mês de outubro, o Brasil possui algumas datas para tentar suavizar o pesado fardo de ser mulher em uma sociedade estruturalmente machista. O mais famoso é o outubro rosa, contra o câncer de mama, que tem chances melhores de tratamento se diagnosticado no início.

Datas médicas voltadas para o público feminino são especialmente importantes. Afinal, algumas décadas atrás, médicos e farmacologistas não levavam em consideração diferenças biológicas entre homens e mulheres sequer para testar novos remédios.

No mesmo mês, na última quinta-feira, 10, foi o Dia Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher. Mesma data em que ganhou repercussão o caso da influenciadora Cíntia Chagas. Ela denunciou o ex-marido, deputado estadual por SP, Lucas Bove (PL), por uma série de abusos físicos e psicológicos ao longo de dois anos.

Em seguida, na sexta-feira, temos o Dia Internacional das Meninas, em celebração às jovens mulheres, o futuro da nossa nação, um dia antes do Dia das Crianças, 12. Infelizmente, o Atlas da Violência de 2024 mostra que quase metade dos registros de agressão contra meninas de 10 a 14 anos de idade são abusos sexuais, o que torna mais complexo comemorar a data.

Mulheres Rurais

Ainda em outubro, podemos citar que no dia 15, ainda será celebrado o Dia Internacional das Mulheres Rurais. Mulheres que ocupam os trabalhos que a maioria das outras não gostaria de exercer, responsáveis pelas suas famílias e, muitas vezes, pela alimentação de várias outras.

Ainda assim, no Brasil, são elas que muitas vezes sofrem com os trabalhos mais árduos, as maiores jornadas de trabalho e até a falta de acessos básicos, como saúde, educação, lazer e segurança.

As mulheres conquistaram direito ao voto, à educação, ao trabalho remunerado, ocupação de cargos políticos, leis em defesa da mulher. Agora, o que falta é principalmente diálogo e educação com a população e com as novas gerações.

Agora, lutemos por menos rosas e mais aliados.