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Exposição
CASACOR Tocantins 2024: Five Senses Resort, em Luzimangues, sediará a maior mostra de arquitetura do Brasil

Exposição ocorrerá entre os dias 14 de agosto e 22 de setembro; ingressos a partir de R$ 56 reais

Seneamento Básico
Justiça é acionada para garantir água potável aos moradores de Novo Acordo

Nesta quarta-feira, 31, foi ajuizada uma ação cautelar com pedido de tutela provisória de urgência para assegurar a qualidade do fornecimento de água potável em Novo Acordo, um município a pouco mais de 100 km de Palmas. A medida foi motivada por denúncias da população e por imagens divulgadas nas redes sociais, que indicam que a água fornecida pela Agência Tocantinense de Saneamento (ATS) está em condições inadequadas para o consumo.

Na ação, a Promotoria de Justiça de Novo Acordo solicitou à Justiça que a prefeitura e a ATS apresentem, no prazo de 72 horas, um laudo técnico que comprove que a água fornecida atende aos padrões de segurança estabelecidos pelo Ministério da Saúde. A Promotoria também pediu explicações sobre os procedimentos de fiscalização da água, incluindo a identificação dos responsáveis e a documentação dessa atividade nos últimos cinco anos.

Se não houver mecanismos de fiscalização adequados, o promotor de Justiça João Edson de Souza requer que o município implemente esses instrumentos no prazo de 15 dias. Além disso, ele solicita que a ATS e a prefeitura informem mensalmente à comunidade sobre os resultados dos testes de qualidade da água.

A ATS é responsável pelo fornecimento de água em Novo Acordo desde 1999. No entanto, a Ação Civil Pública (ACP) aponta que a agência tem enfrentado dificuldades para cumprir suas obrigações. Recentemente, imagens nas redes sociais mostraram a água fornecida em condições precárias.

O Ministério Público do Tocantins (MPTO) afirma que a prefeitura não realiza a fiscalização adequada da qualidade da água, o que compromete os direitos fundamentais dos cidadãos. Segundo o promotor de Justiça, a qualidade da água é essencial para a saúde da população, e a transparência sobre a água consumida é um direito de todos.

O Jornal Opção Tocantins está em contato com o município e a ATS para saber se há alguma providência sendo tomada em relação à oferta do serviço.

Eleições 2024
Jornal Opção Tocantins é parceiro do Ministério Público em prol de eleições conscientes

Termo de parceria foi assinado nesta quinta, data em que a campanha “Ministério Público Presente, Por Um Voto Consciente”

Decisão
Justiça obriga município de Taguatinga a reduzir quantidade de vereadores

Segundo o MP, seriam necessários no máximo 9 vereadores em municípios com menos de 15 mil habitantes. Multa diária de R$5 mil será imposta a Câmara Municipal no caso de descumprimento da decisão

Plataformas
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Prejuízos
Em 2024, queimadas no Tocantins causaram interrupções de energia que prejudicaram mais de 8 mil pessoas

Queimadas causaram oscilação de energia em Pedro Afonso nesta madrugada; redução de casos neste ano foi de 24%

Jogos de Azar
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Educação
Novas empresas assumirão transporte escolar de Palmas na volta às aulas, diz prefeitura 

A partir desta quinta-feira, 1° de agosto, novas empresas deverão assumir o transporte escolar em Palmas, segundo nota encaminhada pelo município ao Jornal Opção Tocantins. O serviço foi alvo de críticas na Câmara Municipal e motivou investigações, ação civil e audiências públicas realizadas pelo Ministério Público do Estado (MPTO). No primeiro semestre deste ano, vários alunos ficaram sem aulas por muitos dias. Houve ausência de ônibus nas rotas e condições precárias dos veículos, incluindo a utilização de carros improvisados que não cumpriam requisitos legais.

Ao todo, a rede municipal conta com cerca de 46 mil alunos matriculados nas 80 unidades de ensino urbanas e rurais, da educação infantil ao ensino fundamental. O MP, ao longo deste ano, identificou, durante vistoria, irregularidades graves na oferta do serviço, tais como ônibus sem identificação, sem ar-condicionado e sem cinto de segurança. O pátio da empresa contratada para o serviço, CNIT-Serviços de Transportes LTDA, foi encontrado em situação precária, com veículos abandonados e sem funcionários no local indicado no contrato. 

Feito sem licitação, o contrato custou R$ 24 milhões aos cofres do município, que recebeu recomendação para parar de pagar a empresa em razão da precariedade dos serviços. Em audiência, o secretário de Educação de Palmas, Fábio Barbosa Chaves, reconheceu as irregularidades e disse que o município iria trabalhar por soluções, avaliando o reinício do processo licitatório, repeti-lo ou optar pela contratação direta dos veículos.

O promotor regional da educação, Benedicto Guedes, na época, destacou que as investigações revelaram a falta de planejamento no transporte escolar desde o início do contrato com a empresa responsável. Na ocasião, o secretário Fábio Barbosa prometeu a reposição das aulas para os alunos afetados, mas não detalhou como a medida seria implementada.

O MP requereu à Justiça uma indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 8 milhões, devido aos prejuízos causados aos alunos da educação infantil e do ensino fundamental da zona rural, com a destinação desse valor ao Fundo Municipal da Infância e Juventude para aprimoramento do transporte escolar.

A ação inclui vários comunicados enviados aos pais ao longo de 2024 pelas direções das escolas, informando sobre a interrupção das aulas devido à falta de transporte. O MPTO solicitou certidões assinadas pelos diretores e coordenadores pedagógicos das escolas rurais, detalhando as datas, séries e nomes dos alunos ausentes devido à falta de transporte.

Sinalização
BR-010 registra mais acidentes após nova lombada; especialista critica DNIT pela instalação

Para especialista o uso de radares eletrônicos e a instalação de mais placas no local seriam mais eficazes; uso da PRF para sinalização do local com cones é indicativo que a medida não foi acertada

Meio Ambiente
Área de preservação ambiental do Jalapão faz 24 anos de história na preservação do Cerrado 

Unidade de Conservação implementa estratégias de gestão territorial, incluindo Manejo Integrado do Fogo de Base Comunitária, turismo comunitário e extrativismo sustentável