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Presidente da Federação Tocantinense de Futebol divulgou carta aberta endereçada ao vereador de Araguaína neste domingo, 13
A estrutura desabou no fim de 2024 e deixou 14 pessoas mortas
Novo banco evangélico transforma fiéis em clientes no Brasil
O documentário "Doutor Araguaia" é dirigido por Edson Cabral e tem roteiro de Sônia Haas, irmã de João Carlos
O jogador sofreu um infarto durante uma partida nesta sábado, 12
O Tocantins está incluído na segunda macrorregião do projeto, junto com o Mato Grosso
A família autorizou a doação de seus orgãos após a confirmação de morte encefálica
Ilda Serrat dos Santos foi condenada a 16 anos e seis meses de prisão, em regime fechado, pelo homicídio de Bruno Aparecido Bolbino, de 27 anos. O julgamento aconteceu na última sexta-feira (11), no Tribunal do Júri da Comarca de Paraíso do Tocantins.
O crime ocorreu em junho de 2024. De acordo com o Ministério Público do Tocantins (MPTO), Ilda ateou fogo diretamente em Bruno, que não teve chance de se defender. A acusação sustentou que o homicídio foi duplamente qualificado: pelo uso de fogo e por dificultar a defesa da vítima.
Durante a sessão, o MPTO foi representado pelo promotor de Justiça Rogério Mota, do Núcleo do Tribunal do Júri, e pela promotora substituta Anelise Schlickmann.
Segundo os laudos periciais e os depoimentos colhidos ao longo do processo, o crime aconteceu nas primeiras horas da manhã. A vítima foi surpreendida e atingida pelas chamas.
Além da pena de prisão, Ilda Serrat dos Santos também foi condenada a pagar R$ 50 mil de indenização aos pais da vítima, conforme determina o Código de Processo Penal.
Ele começou a se sentir mal na sexta-feira (11), durante um evento do PL no interior do Rio Grande do Norte
Em entrevista ao Jornal Opção Tocantins, secretário municipal de Igualdade Racial e Direitos Humanos de Palmas fala sobre sua atuação nos 100 dias de governo, trabalho nas periferias, fortalecimento de culturas marginalizadas e o papel institucional da gestão municipal
