Faltou Dizer

Encontramos 535 resultados
As redes sociais estão corroendo o cérebro das pessoas; ninguém mais sabe pensar

O grande mal desse momento que a humanidade atravessa é que isso se espalha para todos os ambientes e o pior deles é na política, porque acaba por influenciar decisões de estado

O crime do assédio e o roteiro de filme de terror que foi engendrado em Brasília

A desgraça recai justamente sobre o Ministério de Direitos Humanos, que deveria prezar pelo bem-estar das pessoas mais vulneráveis

Faltou Dizer
Redes sociais dão apenas voz ou criação aos idiotas?

Texto: Giovanna Campos, para o Jornal Opção

“Antissistema” e “antiestablishment” são movimentos ou indivíduos que se opõem ao status quo político, econômico ou social em vigência. Num celeiro de políticas populistas, como é o Brasil, líderes ou grupos se apresentam como representantes da “voz do povo” contra uma elite percebida como corrupta ou desconectada das necessidades da população em geral. Eles podem se manifestar tanto à esquerda quanto à direita do espectro político.

Isso porque, no final das contas, esquerda e direita são dois lados na mesma moeda dentro de um sistema corrupto e fracassado. As pessoas logo se fartam da “velha política” e da terceira idade que se traveste de nova geração. Na crise de verdade enfrentada pelo 4º poder, as redes sociais emergem como potência: dando voz a idiotas, construindo ou destruindo pessoas.

Sábio é quem usa os meios de comunicação e não se deixa ser usado por eles. Tolo é quem, em negação ao progresso, deixa de se comunicar com a massa por não entender a importância das redes sociais. A comunicação elege, mas também prende políticos. A imprensa, e também os canais digitais, são poderosos e fraco e quem os menospreza. Bolsonaro, por mais estúpido que possa parecer, não conseguiu apoio político para formar um partido. Isolado, se elegeu com o apoio massivo das redes sociais.

Espertos, os políticos do espectro à direita parecem mais atentos ao fenômeno. Surfando na onda, elegem-se Gayer’s, Ferreiras’s e Marçais. Enquanto isso, a esquerda ainda sofre para escolher um sucessor de Lula. Haddad é muito acadêmico, Boulos é extremista e Ciro é rancoroso demais. Talvez o Brasil ainda não esteja preparado para nem sequer pensar em um nome feminino.

Mas a esquerda, assim como alertou Mano Brown em 2018, tem que voltar para a base. Em 2024, seis anos depois, o espectro parece que ainda não conseguiu se reconectar com o seu público. Independente de como se apresenta o líder ou partido, o deslocamento da realidade e a polarização nada produzem de positivo. No fim das contas, a população só quer representatividade e qualidade de vida.

Suspensão do X escancara briga de egos entre Elon Musk e Alexandre de Moraes

Plataforma foi suspensa após ameaças e troca de farpas entre bilionário e ministro

Tribunal da internet: Contente em condenar pessoas públicas por questões privadas

Apontam os dedos para a Iza, por exemplo, sem considerar o quanto pode ser doloroso para uma criança crescer sem pai

Faltou Dizer
Terras ancestrais em jogo. A incansável disputa epistêmica e ontológica

O interesse por trás da proposta de marco temporal reflete um modelo capitalista que prioriza o lucro imediato sobre a sustentabilidade e o respeito pelos direitos humanos

Campanhas eleitorais perdem força com escândalos de corrupção no Tocantins

Em menos de uma semana, três operações da Polícia Federal foram realizadas no Estado

Faltou Dizer
Crescimento da população de rua em Palmas deve ser mais que uma prioridade da próxima gestão

O boletim de Vigilância Socioassistencial do município aponta que nos primeiros quatro meses deste ano, 627 pessoas foram atendidas pelo SAS

Kamala Harris: de filha de migrantes à candidata mais forte à Casa Branca

Forte candidata a ser a primeira mulher a comandar os EUA, Kamala disputa com o poderoso Donald Trump

Silvio Santos se vai, e com ele o poder da TV aberta

Silvio era a cara de uma era da TV que não existe mais. O engajamento, a repercussão, a euforia, para o bem e para o mal, se foram