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Meio Ambiente
Amazônia receberá R$ 11,7 milhões para ações de defesa civil; Tocantins está entre os estados beneficiados

Governo federal criou uma sala de situação para enfrentar a crise climática na Amazônia, sancionou uma lei para regulamentar o uso do fogo e firmou um pacto com governadores para intensificar o controle de incêndios.

Seca
Tocantins começa a publicar relatório sobre níveis dos rios durante período de  estiagem

Estudo compara os níveis dos rios em 2022, 2023 e 2024, com dados da Sala de Situação da Semarh

Meio Ambiente
Espécie de árvore proibida no Tocantins mata abelhas e ameaça ecossistema

Nim é uma planta invasora que pode afetar gravemente o meio ambiente

Brasil pode se tornar referência em economia verde, mas ainda engatinha nos investimentos

Fontes de energia renovável são prioridades apontadas pelas Nações Unidas, e o país pode sair na frente nessa corrida

Política
Câmara aprova urgência para criação do comitê gestor do IBS

Proposta é o segundo texto de regulamentação da reforma tributária

Recursos Hídricos
Justiça suspende captação de água do Rio Formoso em propriedade rural no Tocantins

Decisão impõe multa de R$ 100 mil por dia e corte de energia para garantir cumprimento

Meio Ambiente
Desmatamento no Cerrado cresce 10,6% em 12 meses, com destaque negativo para o Tocantins

O Cerrado, segundo maior bioma do Brasil, registrou um aumento de 10,6% na área sob alerta de desmatamento entre agosto de 2023 e julho de 2024. Os estados do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) foram responsáveis por 75% das áreas em alerta. Dentre esses, apenas a Bahia conseguiu reduzir o desmatamento, com uma queda de 52,4%. No entanto, os outros três estados registraram aumentos consideráveis: 31% no Maranhão, 14,7% no Piauí e um preocupante 58,6% no Tocantins.

O Tocantins, em particular, destacou-se negativamente, sendo o estado com o maior aumento percentual de desmatamento entre os quatro. Esse crescimento ocorre apesar das medidas implementadas pelo novo Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento no Cerrado (PPCerrado), lançado em novembro de 2023. Embora o plano tenha começado a mostrar resultados em outros locais, como a redução de 24,8% nos alertas nos últimos quatro meses no bioma como um todo, a situação no Tocantins permanece crítica.

O desmatamento crescente no estado é motivo de preocupação, especialmente em comparação com a redução significativa observada em outras áreas, como as Unidades de Conservação da Amazônia, onde a queda foi de 67% no mesmo período.

Meio Ambiente
Em Lagoa da Confusão, nove pessoas são condenadas por crimes ambientais e multadas em R$ 17 milhões

Entre os danos ambientais causados, estão a destruição de áreas de preservação permanente, falsificação de informações em pareceres administrativos, e concessão de autorizações ambientais fraudulentas

Clima
La Ninã pode afetar região Norte em setembro; Tocantins espera chuvas acima do esperado 

O fenômeno La Niña pode se manifestar em diversas regiões do Brasil a partir do mês de setembro. Contrário ao El Niño, La Niña resfria as águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, afetando temperaturas, chuvas e períodos de seca em diferentes áreas do país.

Meteorologistas usam modelos climáticos que analisam dados atmosféricos para prever o La Niña, considerando o trimestre setembro, outubro e novembro para verificar sua ocorrência. Segundo Angel Domínguez Chovert, meteorologista do Centro de Excelência em Estudos, Monitoramento e Previsões Ambientais (Cempa), da Universidade Federal de Goiás (UFG), em entrevista ao Metrópoles, o impacto pode demorar a se manifestar devido à inércia das mudanças na temperatura do mar.

Francisco de Assis Diniz, meteorologista e consultor climático, destaca que La Niña costuma causar excesso de chuvas nas regiões Norte e Nordeste e seca no Sul do Brasil, Argentina e Paraguai. No inverno, facilita a entrada de massas de ar frio, provocando ondas de frio.

Apesar dos padrões típicos, Chovert prevê que o La Niña deste ano será menos intenso que em anos anteriores. A mais recente ocorrência do fenômeno foi entre 2020 e 2023. Espera-se que o Sudeste tenha temperaturas ligeiramente abaixo da média, com aumento de chuvas no Norte e Nordeste, e precipitações normais no Sul.

Atualmente, as medições indicam um resfriamento de 0,3°C nas águas do Pacífico Equatorial, enquanto para considerar La Niña, é necessária uma diminuição de pelo menos 0,5°C. O clima tropical, predominante no Brasil, apresenta altas temperaturas quase todo o ano, com estações chuvosa e seca bem definidas.

Os climatologistas explicam que estamos em um período de neutralidade climática, mas preveem um La Niña moderado para o final deste ano e início do próximo. A confirmação do fenômeno requer análise de períodos mais longos e suas interações atmosféricas, que não causam efeitos imediatos. Chovert destaca que o La Niña deve enfraquecer no primeiro trimestre de 2025, retornando à neutralidade no segundo trimestre.