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Festival será realizado entre os dias 4 e 8 de setembro, em Taquaruçu
Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do governador nesta quarta-feira, 21
Planos de governo incluem "tarifa zero" para estudantes, construção do Hospital Municipal Universitário e educação bilingue
Caso foi filmado por uma câmera de videomonitoramento de estabelecimento comercial
Busca e apreensão na casa e gabinete do governador foram autorizadas pelo STJ
Comentários sobre a operação vindo dos parlamentares joga gasolina no fogo que se forma em torno do Palácio Araguaia; A de Irajá vem aditivada
Identificação foi possível a partir das imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos próximos ao local
Joseph está na Casa de Prisão Provisória de Palmas
Governador reafirma que não ordenava as despesas na época dos fatos
A primeira-dama e secretária extraordinária de Participações Sociais Karynne Sotero afirmou à imprensa que recebeu com espanto e perplexidade a notícia de que é alvo de busca e apreensão da Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira, 21. Karynne afirmou que não faz parte do processo investigatório e que “sequer é citada".
“Esclarece ainda que não era sequer primeira-dama do estado à época dos fatos investigados. Ressalta que está tranquila em relação ao desenrolar da investigação e confiante na Justiça”, diz a nota da primeira-dama.
A PF cumpriu mandados de busca e apreensão nos endereços do governador de Tocantins, Wanderlei Barbosa, e de seu filho, o deputado Léo Barbosa, como parte da operação "Fames-19", que investiga o desvio de recursos públicos destinados à compra de cestas básicas durante a pandemia de covid-19. A operação, autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), também envolveu outros 41 mandados contra empresários e políticos.
O governo estadual afirmou em nota que está colaborando com a investigação, e o governador Wanderlei Barbosa declarou ter recebido a operação com surpresa, mas está tranquilo, afirmando que na época dos fatos era vice-governador e não responsável pelas despesas. Ele destacou sua confiança na Justiça e sua disposição para colaborar com as investigações.
As investigações revelam indícios de um esquema operado entre 2020 e 2021, em que empresas contratadas para fornecer cestas básicas durante a pandemia teriam entregado apenas parte dos produtos acordados, apesar de receberem o valor total contratado.
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